Bom dia a todos e bem vindos para esse flash-review do jogo The Quarry, um jogo de terror da Supermassive Games. O jogo foi lançado em duas versões, uma para o Xbox One e outra para o Xbox Series X|S. Confira a Sinopse:

Os planos dos adolescentes acabam se transformando em uma noite de horrores quando eles percebem que estão sendo caçados por moradores locais e algo muito mais sinistro. Brincadeiras e flertes entre amigos dão lugar a decisões de vida ou morte, e as relações entre eles vão se fortalecer ou quebrar com a pressão dessas escolhas inimagináveis.

Jogue como todos os nove monitores do acampamento em uma narrativa cinematográfica em que todas as decisões definem o rumo da sua história única à partir de uma gigantesca teia de possibilidades. Todos os personagens podem ser estrelas – ou morrer antes do sol nascer.

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Dito isso, vamos começar?

| O JOGO

The Quarry é o mais novo lançamento da Supermassive Games. Esse jogo não faz parte da coletânea Dark Pictures, apesar de ser exatamente a mesma coisa, tendo inclusive a mesma estrutura (o personagem do curador por exemplo é substituído por outro aqui com função quase idênticas).

| GAMEPLAY

Para quem não conhece nenhum jogo deles, são muito próximos dos jogos da Telltale. A temática é sempre o terror/suspense, os gráficos são sempre muito bons e sua interação com o jogo é na maior parte do tempo realizando escolhas, escolhendo respostas nos diálogos e QTEs.

Existem alguns trechos onde você de fato anda com seu personagem, mas são sempre pequenos e limitados e é onde você aproveita para pegar os coletáveis do jogo. Eu gosto muito dos jogos deles, são imensamente interessantes para se jogar uma vez, mas irritantes para completar.

| CONQUISTAS

As conquistas sempre pedem múltiplas passadas pelo jogo (geralmente 3 ou até mais dependendo do jogo) e as diferenças na realidade não são das maiores. Giram sempre em torno de matar ou não os personagens, mas isso muda pouquíssimo no jogo pela forma que ele é construído.

O problema é que você não tem gerenciamento de save e nem sequer pode pular cenas ou acelerar o jogo. Então quanto mais vezes você precisa passar pela história toda, mais chato vai ficando completar o jogo. Para terminar eu precisei de 3 passadas quase completas pelo jogo.

E isso fazendo tudo muito certinho e otimizado. A conquista mais irritante é a Peanut Butter Butterpops! Ela funciona de uma forma estranha e seus requisitos sempre batem de frente com o de outras conquistas, é uma manobra delicada pegar ela sem precisar terminar o jogo 4 vezes.

| CONSIDERAÇÕES FINAIS

Pra finalizar, o jogo tem duas versões com listas de conquistas separadas, One e Series X|S. Optei pela versão do Series X|S e depois de terminar 3 vezes não tenho estômago para iniciar tudo de novo no One. Quem sabe mais pra frente, se o lançamento do The Devil in Me demorar…

| IMAGENS

INFORMAÇÃO DESCRIÇÃO
Visual 3ª Pessoa, Cinematográfica
Modo de jogo Single-player
Conexão necessária Não
Estimativa para 1000G 40 a 50 horas
Número de Conquistas 40
Tipo Narrativa, Walking-Simulator

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Autor

  • SiegfriedX

    Maior gamerscore do Brasil! Completacionista de jogos que curte todos os tipos e estilos de games e ama completá-los. Nas horas vagas escreve uns mini-reviews no Twitter, que também são publicados por aqui de vez em quando.