Com a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft atualmente sob forte análise dos órgãos reguladores, o CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, comentou sobre o acordo, dizendo que é uma coisa boa para a indústria.

Em uma nova entrevista ao The Wrap, o chefe da Take-Two, Strauss Zelnick, foi questionado sobre seus pensamentos a respeito da proposta da Microsoft de aquisição por US$ 69 bilhões da Activision Blizzard. Como se vê, ele acredita que é uma coisa boa no geral para a indústria e para Take-Two como um todo.

| CEO da Take-Two apoia aquisição da Activision Blizzard

“Eu realmente não posso prever o que os reguladores farão, estamos certamente acreditando que é uma coisa boa para a Microsoft e para a indústria”, disse Zelnick. Quando solicitado a esclarecer sua declaração, Zelnick acrescentou: “É um negócio altamente fragmentado, e há muita criatividade para dar a volta. A Microsoft é uma aliada nossa, e se isso torna seus negócios mais poderosos, achamos que isso é bom para nós.”

Foi então colocado para Zelnick que a Activision é uma empresa de software e que o negócio poderia potencialmente acabar tomando uma fatia dos negócios da Take-Two. Zelnick disse que os jogos da Take-Two estão sozinhos e ainda serão capazes de competir. “Em última análise, o consumidor vota, e se criarmos grandes sucessos, que é o nosso negócio, então os consumidores vão aparecer, e ninguém pode tirar isso de nós – ninguém pode replicar isso. O negócio do entretenimento é a antítese de um negócio fungível e valorizado. Todos os títulos estão sozinhos. Então, meio que não competem com mais nada, e ainda assim, são altamente competitivos de certa forma. Em outras palavras, competimos com tudo, e de certa forma, competimos sem nada. Você não pode substituir um dos nossos títulos por outro título.”

Nos últimos meses, as conversas em torno do acordo dominaram as manchetes. A Sony tem argumentado fortemente contra o acordo, com o foco principal sendo a série Call of Duty. Caso o acordo vá em frente, a Microsoft se ofereceu para manter a franquia Call of Duty no PlayStation por três anos após o término do acordo atual da Sony. O chefe do PlayStation, Jim Ryan, chamou essa oferta de “inadequada em muitos níveis”. Também vimos o regulador britânico abrir uma segunda investigação sobre a aquisição e, em algumas boas notícias, o órgão regulador brasileiro aprovou o acordo sem restrições, dizendo que seu trabalho não é defender “o interesse particular de concorrentes específicos”.

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Autor

  • DarthMirous

    Meteorologista e Químico de formação, Gamer de coração. Adora quase todos os tipos e estilos de jogos, também curte rock, séries e filmes. Veio pro lado verde em 2015 e desde então é caixista de carteirinha. Forza e Battlefield são suas franquias favoritas. Ah, e World of Warcraft é o melhor MMO!

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