Com apoio da Voodoo, plataforma une entretenimento e vendas ao vivo focando em nichos como Pokémon TCG e jogos retrô.
O que você precisa saber sobre a chegada da Jamble
- Foco total em colecionáveis como Pokémon TCG e Magic: The Gathering
- Modelo de live shopping inspirado no sucesso asiático
- Atingiu R$ 3 milhões em GMV apenas em março de 2026
- Segurança reforçada com aprovação rigorosa de vendedores
O cenário do comércio digital está prestes a passar por uma transformação interessante para quem é fã de colecionáveis e cultura geek. A Jamble, uma startup francesa que conta com o apoio estratégico da Voodoo, gigante conhecida pelo seu peso no setor de jogos mobile, decidiu que o Brasil será o seu grande laboratório e principal mercado global. O objetivo é trazer para cá um modelo que já é um fenômeno absoluto na Ásia: o live shopping, mas com um toque muito mais focado em comunidades específicas e nichos de alto engajamento.

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Diferente do e-commerce tradicional, onde você apenas clica em um produto e finaliza a compra, a Jamble propõe uma experiência de entretenimento. A ideia é transformar a transação comercial em um evento social. Através de transmissões ao vivo, os usuários podem participar de lances em tempo real, sorteios e até as chamadas ‘batalhas’, que são competições interativas entre os próprios usuários. É um formato pensado para quem não quer apenas comprar, mas sim fazer parte de uma comunidade enquanto busca aquele item raro para sua coleção.
Os números iniciais mostram que o público brasileiro abraçou a ideia com força. Em março de 2026, a plataforma já registrava um volume bruto de mercadorias (GMV) de R$ 3 milhões, além de uma média impressionante de 60 mil novos downloads mensais. Para se ter uma ideia do potencial de monetização para os criadores de conteúdo, o caso da Pokeloja é emblemático: a loja conseguiu faturar cerca de R$ 650 mil realizando apenas 80 transmissões ao vivo, mantendo uma média saudável de R$ 8 mil por sessão. Isso demonstra que o modelo de ‘vender enquanto entretém’ tem um apelo comercial gigantesco.
A plataforma não está focando em qualquer tipo de produto. A estratégia é mirar no coração do público gamer e colecionador, investindo pesado em categorias como Pokémon TCG, Magic: The Gathering, diecast collectibles e o adorado mercado de jogos retrô. Em setores onde a autenticidade do item é uma questão de vida ou morte para o comprador, a Jamble tenta se diferenciar através de um processo rigoroso de curadoria e aprovação de vendedores, tentando mitigar os riscos comuns em marketplaces abertos.
A operação, embora tenha raízes em Paris, possui um hub estratégico em São Paulo, evidenciando que a empresa encara o Brasil não como uma extensão, mas como o centro de sua estratégia atual. Com a integração de pagamentos via PIX para garantir transações instantâneas, a Jamble espera consolidar esse ecossistema onde a paixão pelos colecionáveis se transforma em um negócio sustentável e altamente dinâmico para os entusiastas do setor.

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O modelo de live shopping focado em nichos é uma jogada de mestre para comunidades que vivem de itens raros. Se a segurança e a curadoria funcionarem como prometido, pode mudar completamente a forma como colecionadores brasileiros negociam seus tesouros.
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