Prepare-se para o inferno! Hellraiser: Revival mostra seus inimigos e facções em um novo diário de desenvolvimento com o lendário Doug Bradley.
O que esperar do novo Hellraiser:
- Novo diário de desenvolvimento de Clive Barker’s Hellraiser: Revival foi lançado.
- Doug Bradley, a voz original de Pinhead, participa do vídeo, mergulhando nos horrores do game.
- Detalhes sobre as facções inimigas: os icônicos Cenobitas, a enigmática Scarlet Church e os rejeitados Unworthy.
- O jogo de survival horror chega em 8 de outubro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (via Steam).
- A jogabilidade promete combate variado com poderes infernais, armas e um sistema de desmembramento visceral.
- Pré-venda das Edições de Colecionador já está disponível, com bônus exclusivos.
Imagine o inferno ganhando forma nos seus consoles e PC, e não estamos falando de mais um RPG genérico com demônios. Estamos falando de Hellraiser, a franquia que redefiniu o horror corporal, e seu novo game, Clive Barker’s Hellraiser: Revival, acaba de dar um gostinho do que nos espera. A Saber Interactive e a Boss Team Games liberaram um diário de desenvolvimento fresquinho, e a grande surpresa (ou talvez nem tanto, para os fãs mais assíduos) é a presença de Doug Bradley, o Pinhead em pessoa, guiando nossa jornada pelos horrores que estão sendo criados.
O vídeo é um mergulho profundo nas criaturas e nos temas perturbadores que os jogadores enfrentarão. Quem é fã sabe que os Cenobitas não são meros monstros; eles são seres de poder extraordinário, que transitam entre anjos e demônios, obcecados pelos limites da dor e do prazer. Em Revival, Pinhead e sua trupe têm um papel crucial, mas a grande sacada é que não serão os únicos a atormentar sua vida virtual. O jogo introduz duas novas facções que prometem diversificar a carnificina, e isso é música para os ouvidos de quem já se cansou de enfrentar sempre o mesmo tipo de inimigo.
Primeiro, temos a Igreja Escarlate, um culto insano liderado por um tal Marlowe, que sonha em contatar os Cenobitas usando a misteriosa caixa de quebra-cabeças Genesis Configuration. Basicamente, eles querem transformar a Terra num paraíso de depravação. Por outro lado, surgem os Indignos (Unworthy), renegados do inferno que buscaram experiências sensoriais definitivas, mas foram rejeitados por Leviatã, o governante do Labirinto. São monstros com uma mente diferente dos cultistas, buscando uma estranha redenção através da mesma Genesis Configuration. Essa dualidade entre “cultistas fanático” e “rejeitados do inferno” sugere abordagens de combate e narrativas bem distintas, o que pode dar uma profundidade inesperada ao game.
E como vamos sobreviver a tudo isso? O diário de desenvolvimento aponta para múltiplas formas de revidar. Além das armas mundanas – porque, afinal, um bom machado sempre ajuda –, os jogadores terão acesso a “poderes infernais” da própria Genesis Configuration. Some a isso um sistema de desmembramento que promete ser… bem, visceral, e o cenário está montado para um survival horror com uma dose generosa de ação brutal. Mas, como todo bom inferno, o Labirinto não vai facilitar, trazendo suas próprias armadilhas e desafios. É bom que a promessa de combate variado se concretize, porque enfrentar hordas sem estratégia logo vira um martírio chato, e não é isso que esperamos de Hellraiser.
Com lançamento marcado para 8 de outubro de 2026, Clive Barker’s Hellraiser: Revival já está com pré-venda aberta para as edições de console em grandes varejistas, com as edições digitais Standard e Deluxe chegando em breve. E para os colecionadores de plantão, há duas Edições de Colecionador especiais com itens exclusivos e licenciados no site oficial. O jogo desembarcará no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam, então não faltam opções para quem quiser encarar os desafios do Labirinto. A presença de um ícone como Doug Bradley e a proposta de expandir o universo com novas facções são pontos altos que geram uma expectativa genuína. Resta ver se a gameplay entregará o horror e a intensidade que a franquia merece.
A chegada de um novo Hellraiser já é motivo para ligar o hype, mas a inclusão de Doug Bradley no diário de desenvolvimento e os detalhes sobre as facções dão um peso extra. A promessa de combate variado e um sistema de desmembramento parece casar bem com o universo. Esperamos que o jogo consiga equilibrar a ação com a atmosfera de horror psicológico que só Hellraiser sabe entregar.
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