A 100 Thieves é campeã de VALORANT na EWC 2026, batendo a NRG! Peter ‘Asuna’ Mazuryk levanta seu 1º troféu internacional após 5 anos de dedicação. Imperdível!

O que você precisa saber sobre a vitória da 100 Thieves na EWC

  • 100 Thieves sagrou-se campeã de VALORANT na Esports World Cup 2026.
  • Peter “Asuna” Mazuryk conquista seu primeiro troféu internacional após cinco anos de carreira.
  • A equipe superou a NRG Esports por 3 a 1 na grande final, em um confronto emocionante.
  • O título rendeu US$ 600.000 em premiação e 1.000 pontos no Club Championship.
  • Matthew “Cryocells” Panganiban foi eleito o MVP do torneio, com desempenho decisivo.
  • A 100 Thieves teve uma trajetória desafiadora, eliminando MIBR.LOS e a campeã do Masters Santiago, Nongshim RedForce.

Depois de uma espera que parecia interminável para muitos fãs e, principalmente, para um jogador em particular, a Esports World Cup de 2026 coroou um campeão digno no cenário de VALORANT. A 100 Thieves, uma das organizações mais respeitadas dos esports, finalmente ergueu o tão cobiçado troféu, encerrando uma jornada de anos com um final feliz que poucos ousavam prever com tanta convicção. Para Peter “Asuna” Mazuryk, essa vitória tem um sabor ainda mais especial, representando seu primeiro grande título internacional depois de uma dedicação ininterrupta de mais de cinco anos à mesma equipe. É a prova de que, no mundo dos games, persistência e talento podem, sim, mudar o jogo.

A grande final colocou a 100 Thieves frente a frente com sua rival da VCT Americas e atual campeã do Champions, NRG Esports. O confronto, disputado em uma melhor de cinco, foi um verdadeiro espetáculo de tática e reflexos. A 100 Thieves não deu chances nos dois primeiros mapas, mostrando uma dominância que deixou muitos de queixo caído. Embora a NRG tenha conseguido uma vitória em Haven, evitando o 3 a 0 e ameaçando uma virada épica ao abrir uma vantagem considerável em Ascent, a 100 Thieves mostrou resiliência e a capacidade de se reerguer nos momentos mais críticos, algo essencial para quem quer ser campeão mundial. No final, o placar de 3 a 1 para a 100 Thieves não apenas garantiu o troféu, mas também um prêmio gordo de US$ 600.000 e 1.000 pontos valiosos para o Club Championship, solidificando ainda mais sua posição no cenário competitivo.

“Demoramos um pouco para engrenar, mas fico feliz que atingimos nosso melhor momento bem na hora certa,” confessou Peter “Asuna” Mazuryk, a estrela que, aos 17 anos, começou sua trajetória na 100 Thieves e nunca mais saiu. Sua fala reflete a jornada de uma equipe que passou por uma reconstrução, com a chegada de jovens talentos que injetaram novo gás e estratégia. Esse elenco renovado, sob a batuta de uma comissão técnica de ponta e um in-game leader (IGL) afiado, conseguiu forjar uma conexão que se provou imbatível no palco da EWC. A história de Asuna é um lembrete inspirador de que a lealdade e o trabalho duro, mesmo diante de anos sem um título expressivo, podem culminar na glória máxima.

O quarto mapa da final, Ascent, foi um capítulo à parte. A NRG parecia destinada a empatar a série em 2 a 2, com uma vantagem de 9 a 3 que parecia irrecuperável. No entanto, o jovem IGL Jordan “vora” Pulwer orquestrou uma virada de cinema, levando o confronto para a prorrogação. A 100 Thieves manteve a calma, e com um 14 a 12 de tirar o fôlego, fechou o mapa e a série. “É incrível. Fico feliz que meu time tenha depositado tanta confiança em mim,” disse vora, destacando a importância da confiança mútua e do apoio da equipe. Momentos como esse, de superação e liderança jovem, são o que constroem lendas nos esports.

A trajetória da 100 Thieves rumo ao título não foi fácil. Na fase de grupos, a equipe garantiu sua vaga nos playoffs com duas vitórias, mostrando que vinha forte. Nas quartas de final, superou a MIBR.LOS, um confronto sempre aguardado pelos fãs brasileiros. Em seguida, nas semifinais, derrubou ninguém menos que a Nongshim RedForce, atual campeã do Masters Santiago, provando que estava pronta para qualquer desafio. E para coroar essa campanha impecável, Matthew “Cryocells” Panganiban foi eleito o MVP do torneio pela Sony, com impressionantes 65 abates e 25 assistências na final contra a NRG. “Ainda sinto que não joguei à altura das minhas próprias expectativas, mas fazia tempo que eu não conquistava um troféu,” revelou Cryocells, mostrando a humildade de um verdadeiro campeão que, mesmo no auge, busca a perfeição. A lição dele é clara: a dúvida pode surgir, mas a crença em si e nos colegas é o motor da vitória.

Antes da grande final, a disputa pelo terceiro lugar também entregou bons momentos, com a Nongshim RedForce superando a BBL Esports. A performance da BBL, mesmo terminando em quarto, foi notável, especialmente com o destaque do jovem Yusuf “Lar0k” Kanber, de apenas 18 anos. Ele mostrou sinais claros de que o futuro do VALORANT competitivo está em boas mãos, com uma nova geração de talentos despontando. A Esports World Cup mais uma vez se estabelece como um palco global crucial para o esporte eletrônico, onde histórias de redenção, ascensão de novos nomes e confrontos épicos são rotina.

Essa vitória da 100 Thieves na EWC não é só mais um título; é a coroação de uma jornada de anos para o Asuna e a prova de que a aposta em novos talentos compensa. O VALORANT competitivo segue quente, e ver histórias assim só engrandece o cenário. A EWC, por sua vez, mostra a que veio com uma final de tirar o fôlego.


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