O filme de Street Fighter chega em 15/10 e revela bastidores da animação 2D com Ryu e Ken, inspirada em clássicos dos anos 90 como Akira!
O que esperar da adaptação:
- Filme de “Street Fighter” estreia em 15 de outubro nos cinemas brasileiros.
- Cenas de flashback de Ryu e Ken serão em animação desenhada à mão, inspirada em animes clássicos dos anos 90.
- Diretor Kitao Sakurai citou referências como Akira, Ghost in the Shell e Dragon Ball Z para o estilo visual.
- O Mestre Gouken terá a voz de Ma Dong-seok (Don Lee) nas sequências animadas.
- O projeto recebeu aprovação de Takayuki Nakayama, diretor de Street Fighter V e 6.
- Elenco inclui Jason Momoa (Blanka), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Akuma) e Curtis ’50 Cent’ Jackson (Balrog).
A galera dos Hadokens e Shoryukens está em polvorosa! Em menos de uma semana, o aguardado filme de Street Fighter aterrissa nas telonas brasileiras. Mas se você estava preocupado que a adaptação cinematográfica poderia perder a essência dos seus personagens favoritos em meio a efeitos especiais genéricos, temos uma ótima notícia: os bastidores revelam que o diretor Kitao Sakurai apostou pesado na nostalgia e na arte clássica para contar a história de origem de Ryu e Ken. Esqueça o 3D puro e venha ver o que nos espera!
A grande sacada, e o que realmente pegou a comunidade de surpresa, é a decisão de usar animação desenhada à mão para as cenas de flashback que exploram as origens de Ryu e Ken. Kitao Sakurai, que parece ser um de nós quando o assunto é cultura pop, não escondeu suas referências: clássicos dos anos 90 como Akira, Ghost in the Shell e Dragon Ball Z foram as fontes de inspiração para o visual dessas sequências. Com o apoio do supervisor Young Heller e do renomado estúdio Titmouse, a promessa é de uma imersão que honra não só a franquia Street Fighter, mas também uma era de ouro da animação. É como se estivessem pegando a alma dos games de luta daquela época e transformando em celuloide.
E para dar peso a essa imersão, o Mestre Gouken, figura crucial na formação de Ryu e Ken, será dublado por ninguém menos que Ma Dong-seok, o aclamado Don Lee, conhecido por sua presença marcante no cinema sul-coreano-americano. Isso não é pouca coisa, e a escolha demonstra um cuidado extra na construção do universo do filme. Mais importante ainda, o projeto recebeu o selo de aprovação de Takayuki Nakayama, o diretor dos aclamados Street Fighter V e 6, que elogiou a ação “fantástica” e a capacidade do filme de transmitir emoções. Para um fã da franquia, ter o aval de quem está por trás dos jogos atuais é um baita incentivo para conferir a adaptação.
A trama do filme nos transporta para 1993, com Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo) de volta à ativa, recrutados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang) para o World Warrior Tournament. Mas, claro, nem tudo é o que parece. Por trás do torneio, uma conspiração mortal ameaça não apenas os lutadores, mas também os obriga a confrontar seus próprios demônios e rivalidades do passado. Se não fizerem, é um “game over” literal. O longa chega aos cinemas a partir de 15 de outubro, e a pré-venda já está rolando para quem não quer perder a primeira sessão.
O elenco está recheado de nomes que prometem aquecer as cadeiras do cinema. Temos Joe “Roman Reigns” Anoa’i como Akuma, David Dastmalchian como M. Bison, e até Cody Rhodes como Guile. A surpresa? Jason Momoa interpretando Blanka, o icônico personagem brasileiro, e Curtis ’50 Cent’ Jackson como Balrog. É uma mistura interessante de atores de ação, comediantes e astros da luta livre, o que pode trazer uma dinâmica bem diferente para as telonas. A Paramount Pictures, Legendary Pictures e Capcom se uniram para entregar Hadokens, Shoryukens e roundhouse kicks com toda a fúria que os fãs esperam. Resta saber se essa “briga de socos, destino e fúria” vai conquistar a todos.
A sacada de usar animação 2D nos flashbacks do filme de Street Fighter é um aceno inteligente aos fãs e pode ser o diferencial para evitar mais uma adaptação genérica. A aprovação do diretor dos jogos atuais e um elenco diversificado com pitadas de nostalgia nos deixam otimistas, mas a prova de fogo será no cinema. Que não vire mais um ‘game over’ para as adaptações!
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