Angelic: Dark Symphony, novo RPG cinematográfico de ficção científica sombria da Angelicore (ex-devs de Bungie/Crytek), ganha teaser arrepiante.
O que esperar de Angelic: Dark Symphony
- Novo RPG de ficção científica sombria da Angelicore Game Studios.
- Desenvolvido por veteranos de estúdios como Bungie e Crytek.
- Narrativa cinematográfica com perspectivas alternadas de múltiplos heróis.
- Combate tático em turnos focado nas habilidades distintas de cada personagem.
- Enredo explora a origem de “anjos” neo-humanos e uma ameaça cósmica.
- Primeiro teaser lançado, mostrando cenas “in-engine” do jogo.
Prepare-se para mergulhar em um futuro distópico onde a linha entre criador e criatura é tênue, e a humanidade pode ter gerado sua própria ruína. A Angelicore Game Studios acaba de soltar o primeiro teaser de “Angelic: Dark Symphony”, um RPG de ficção científica sombria que já chega com uma bagagem pesada, prometendo uma experiência cinematográfica e cheia de reviravoltas. Se você curte uma trama profunda e combates que te fazem pensar, é bom ficar de olho.
E não estamos falando de qualquer estúdio. A equipe da Angelicore é liderada por nomes que já passaram por gigantes como Bungie e Crytek, o que, convenhamos, já eleva bastante a régua de expectativa. Esses desenvolvedores trazem consigo a experiência de quem já entregou jogos para mais de 100 milhões de pessoas, o que sugere um nível de polimento e ambição técnica que raramente vemos em estúdios independentes. A promessa é de um RPG que não apenas conta uma história, mas a faz de forma impactante e visualmente deslumbrante, tudo construído no motor do próprio jogo.
O universo de Angelic se desenrola a partir de uma premissa intrigante: a humanidade, em sua busca por adaptação ao espaço, criou seres superiores — os neo-humanos, carinhosamente apelidados de anjos. Mas, como sempre acontece nas histórias de ficção científica, o que começa como solução vira problema. Após se rebelarem contra as corporações exploradoras em uma guerra inter-humana devastadora, esses anjos desapareceram. Agora, dois séculos depois, eles estão de volta, e não vêm sozinhos: uma força sinistra os acompanha, prometendo uma tragédia cósmica que vai balançar as estruturas da existência.
Mas calma, a forma como essa narrativa será contada é o que realmente diferencia “Angelic: Dark Symphony”. Esqueça o protagonista único que carrega o jogo nas costas. Aqui, a história é vivenciada através das perspectivas alternadas de um elenco diverso de heróis. Cada um tem suas próprias motivações, conflitos e relações, e todos são peças cruciais no quebra-cabeça maior. Nos combates em turnos, você terá controle direto sobre esses anjos, utilizando seus poderes distintos para superar desafios táticos. Isso sugere uma profundidade estratégica onde a composição da equipe e a sinergia entre os personagens serão essenciais.
A primeira campanha nos leva a Dreadheaven, uma antiga colônia neo-humana que ficou em silêncio de repente. A investigação desse mistério empurra os heróis para um abismo de questionamentos existenciais, abordando temas como fé, evolução, moralidade e a própria realidade. É o tipo de jogo que não tem medo de fazer perguntas difíceis e convidar o jogador a refletir, tudo isso enquanto se aventura por um cenário espacial sombrio e cheio de perigos. Por enquanto, “Angelic: Dark Symphony” está em desenvolvimento para PC, com outras plataformas sendo consideradas – o que é uma ótima notícia para quem espera por um RPG com pegada mais madura e narrativa complexa.
A promessa de um RPG com a bagagem de ex-devs de Bungie e Crytek é um chamariz e tanto, e o conceito de “anjos” com uma narrativa de múltiplas perspectivas parece refrescante. O teaser “in-engine” demonstra que a ambição visual está alinhada com o talento técnico. Se conseguirem equilibrar a profundidade da trama com um combate tático envolvente, este tem tudo para ser um título que vai além do hype.
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