Codename CURE II, o FPS cooperativo de zumbis da Raptor Byte, chega de graça ao Steam em 24/07 com um DLC pago no dia um!

O que esperar de Codename CURE II:

  • Lançamento grátis no Steam em 24 de julho de 2026.
  • Game focado em ação co-op para até cinco jogadores contra zumbis.
  • DLC Combat Specialist Pack disponível no dia do lançamento com armas e itens cosméticos.
  • Missões dinâmicas com cenários gerados proceduralmente garantem alta rejogabilidade.
  • Possibilidade de jogar offline com bots para quem prefere a experiência solo.
  • Sequência de um jogo que já conquistou mais de 2 milhões de players no Steam.

Preparem seus esquadrões, porque o apocalipse zumbi está prestes a ganhar um novo capítulo (e o melhor: de graça!). Codename CURE II, a aposta da Raptor Byte para um FPS cooperativo que coloca até cinco jogadores contra hordas de mortos-vivos, tem data marcada para invadir o Steam: 24 de julho de 2026. Mas, como sempre, a letra miúda merece atenção, afinal, a promessa de um título free-to-play já vem acompanhada de um “presente” logo na largada: o Combat Specialist Pack, um DLC pago que chega junto com o jogo base. É a velha estratégia de dar o acesso grátis, mas com a oportunidade de um “empurrãozinho” logo de cara.

Para quem não está familiarizado, o primeiro Codename CURE já fez um barulho considerável, conquistando mais de 2 milhões de jogadores no Steam. A sequência, desenvolvida pela Raptor Byte e publicada pela indie.io, promete pegar tudo que deu certo e turbinar a experiência com ferramentas modernas e sistemas expandidos. Ou seja, espere um capricho extra nos detalhes, um sistema de gore dinâmico que responde a cada tiro (e que, convenhamos, é essencial em um bom jogo de zumbis) e uma inteligência artificial que, segundo os devs, até se adapta ao arsenal que seu esquadrão desbloqueou. A ideia é que a coordenação tática e o gerenciamento de recursos sejam o pão e a manteiga da sobrevivência.

Mas não é só de co-op que vive o jogador, certo? Pensando na galera que curte a pegada mais lobo solitário (ou simplesmente não tem cinco amigos disponíveis 24/7), Codename CURE II também oferece a opção de jogar offline com bots. Além disso, as configurações de dificuldade são ajustáveis e há controles de volume personalizados, mostrando uma preocupação com a acessibilidade que sempre cai bem. A promessa é de uma campanha completa, seja você um estrategista de equipe ou um caçador de zumbis solitário com suporte de IAs.

As missões, aliás, são um ponto alto que pode garantir a longevidade do game. Elas são baseadas em objetivos dinâmicos e contam com cenários gerados proceduralmente. Isso significa que, em teoria, nenhuma jogatina será exatamente igual à anterior, forçando os esquadrões a pensar fora da caixa e a se adaptar constantemente. Scavenging por recursos para customizar e aprimorar armas também faz parte da rotina, adicionando uma camada de estratégia à matança desenfreada. E com cinco classes distintas, cada uma com habilidades únicas, dá para montar um time bem variado para enfrentar qualquer tipo de ameaça.

E por falar em ameaças, a maior surpresa para alguns pode ser a decisão de lançar um game free-to-play já com um DLC. O Combat Specialist Pack inclui novas armas de fogo, acessórios táticos e itens cosméticos inspirados em militares. Se por um lado a gratuidade do jogo base é um convite irrecusável, por outro, a existência desse pacote no dia um levanta a questão de quão “completa” será a experiência para quem não desembolsar a grana extra. É uma tática de mercado que vemos em muitos F2P, e resta saber se o conteúdo base será robusto o suficiente para não parecer que o jogador “gratuito” está perdendo algo essencial. Independentemente, os fãs do gênero e do antecessor têm um novo motivo para ficar de olho no Steam no final de julho.

Codename CURE II chega de graça ao Steam, o que por si só já é um convite e tanto. A proposta co-op com missões procedurais parece bem sólida para quem curte caçar zumbis com amigos. A presença de um DLC pago no dia do lançamento de um jogo free-to-play sempre gera um pé atrás, mas se o conteúdo base for bom, o potencial para o game fazer sucesso, assim como o primeiro, é enorme.

Autor

  • Gamer desde a época do SNES, das locadoras de cartuchos, das catiras e rolos em busca de um novo Game desconhecido. Jogar diariamente é o que me mantem são nesse mundo louco (ou talvez seja o inverso).

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