Fala galera do GamerscoreBrasil, beleza? De volta aqui para analisar Warhammer 40K: Boltgun, o FPS Boomer estilo retro ambientado no universo de Warhammer 40K que traz bastante nostalgia para os fãs do Doom de 1993. O game chegou em março deste ano ao Game Pass. Eu dei aquela conferida pra ver se presta mesmo… Ele tá disponível em todas as plataformas, foi desenvolvido pela Auroch Digital e é apenas single player. Eu sou o Lemm, carrega a sua Boltgun e vamo simbora.

| TRAILER

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| GRÁFICO RETRÔ E DETALHES DE GAMEPLAY

Para começar o game traz deliberadamente um gráfico obsoleto se comparado com outros jogos do gênero FPS, porém no caso do título isso foi uma decisão artística para transportar o jogador para aqueles tempos em que Doom 1993 reinava e impressionava a geração X. Para quem não conhece o gênero FPS Boomer, é um gênero de jogo caracterizado por recompensar jogadores que finalizam as fases em menos tempo enquanto enfrentam hordas de inimigos que são dizimadas por corredores e saguões enquanto o protagonista tenta achar o caminho em meio a carnificina.

O jogo consegue sim trazer toda a nostalgia que propõe e inclusive entrega isso com uma pitada de elementos contemporâneos como grandes saltos, escalada simples, esmagamento por salto e mecânicas de projéteis capazes de fazer com que o jogador tenha que queimar um pouco mais de neurônios para concluir as fases em dificuldades mais altas. O game é concluído em aproximadamente 10 horas, porém eu demorei 12,8 jogando sem pressa na dificuldade Difícil. Morri diversas vezes e tive que utilizar as armas corretamente para conseguir concluir os bosses, já que muitas vezes ficava sem balas ou o meu DPS não era suficiente para tankar a enorme quantidade de inimigos. Note que cada arma tem vantagens e desvantagens para cada tipo de inimigo enfrentado. 

| JOGABILIDADE E HISTÓRIA

Falando sobre os inimigos, eles não têm muita inteligência e não espere nada próximo de tiro tático. Para falar a verdade não é incomum encontrar um ou outro preso em posições que te trarão vantagens durante o combate. A gameplay resume-se a dar muito tiro, esquivar de projéteis e procurar chaves para seguir o seu caminho. Inclusive fiquei perdido diversas vezes procurando o caminho certo, mas nada disso chegou a comprometer o jogo a ponto de dar vontade de desistir. Para falar a verdade, esse estilo não me prendeu por horas. Acho que é um jogo onde você conclui um capítulo, deixa ele para lá e volta outro dia para continuar a campanha, pois tudo é muito repetitivo apesar de ser muito bem executado. Acho que a sacada aqui é realmente prender o jogador pela nostalgia.

A história é um plano de fundo pouco explorada que está ali cumprindo o seu papel para ambientar o jogador no universo caso ele já tenha algum conhecimento sobre a lore de Warhammer 40k. Você joga com um fuzileiro primogênito da Sternguard Veteran chamado Malum Caedo, nada sobre o personagem é explorado e basicamente toda a interação que você tem é através de cinemáticas e um companheiro servo skull que passa todo o jogo dando instruções sobre a sua missão.

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| PODER DE FOGO E COMBATE COM BOSS

No total existem 8 armas, que são: 

  • Chainsword: A espada é utilizada para estraçalhar seus oponentes em combate corpo-a-corpo.
  • Boltgun: A clássica Boltgun funciona como um fuzil de assalto confiável porém carece de poder de fogo. Ela é uma arma automática extremamente simples de se usar.
  • Shotgun: A também clássica escopeta dispensa comentários.
  • Plasma Gun: Essa arma funciona como um lança foguete em forma de energia, excelente para explodir tudo a sua volta, mas mantenha a distância.
  • Heavy Bolter: A Heavy Bolter brilha pelo seu poder de fogo antiaéreo e não precisa carregar.
  • Meltagun: Extremamente precisa, aniquila pequenos inimigos em miléssimos de segundos.
  • Grav-Cannon: A arma mais poderosa do jogo, perfeita para bosses.
  • Vengeance Launcher: Lança granadas que cola em superfícies.

Sobre os inimigos há uma boa diversidade que é apresentada à medida que o jogador progride entre as fases. Os bosses são bem desafiadores e possuem mecânicas distintas. Uma coisa que para alguns pode ser negativa, porém eu gostei de ver, é que você enfrenta o mesmo boss e inimigos diversas vezes, mas tendo em mãos sempre um arsenal novo para testar em combate. Até que o ápice acontece no fim do game, onde é necessário utilizar tudo que foi aprendido e adquirido para vencer o chefão final.

| CONSIDERAÇÕES FINAIS

Gostaria de concluir o artigo dizendo aos gamers de plantão que se vocês sentem saudades de Doom 93 e apreciam uma jogatina mais casual vão fundo! O jogo vale muito a pena! Já para jogadores que procuram um título mais profundo podem passar sem perder muita coisa. Esse game também vale a pena caso você tenha muito interesse no universo de Warhammer 40k e já consumiu os outros produtos desse universo. 

Até a próxima e não esqueça de visitar as minhas redes sociais

| AVALIAÇÃO

História
Visual
Áudio
Jogabilidade
Diversão

| OUTROS DETALHES

VISUALRETRÔ
MODO DE JOGOSINGLE-PLAYER
CONQUISTAS12
TIPOAÇÃO / TIRO
TEMPO PARA 1000G8-10 HORAS

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Autor

  • Lemm

    Sou ex-engenheiro de software, fundador do Clube Cultura Gamer (CCG), e narrador de tabletop RPG de horror. Amo os jogos eletrônicos desde 1997. Me considero um Sommelier de Games. Sou apaixonado por detalhes, histórias e mecânicas. Adoro debates fundamentados. Dou preferência a games sandbox, colony management sim, co-op, survivor e RPG. Também gosto de conversar sobre investimentos, política e a rotina da vida. Aperta o PLAY!

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