O aclamado AETHUS, um survival de mineração sem combate e focado na história, sai do PC e chega em 2027 ao PS5, Xbox Series X|S, e Nintendo Switch 2.

O que esperar de AETHUS nos consoles:

  • Lançamento previsto para o início de 2027 no PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.
  • Game de sobrevivência solo-dev aclamado no Steam, com 94% de avaliações positivas e mais de 2.000 reviews.
  • Foco em mineração, exploração e uma história intrigante sem combates, microtransações ou IA generativa.
  • Assuma o papel de Maeve, uma engenheira em busca de segredos corporativos em sua própria mina.
  • Versões de console com controles otimizados para gamepad, melhorias visuais e função de mouse via Joy-Con 2 no Nintendo Switch 2.

Preparem-se, consoleiros! Um dos maiores sucessos indie solo do Steam está cavando seu caminho para as plataformas de vocês. AETHUS, aquele game de sobrevivência e mineração que foge do óbvio, confirmou seu lançamento para PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2 no início de 2027. E não é só um port básico, a equipe da Making Port está caprichando para que a experiência seja tão fluida e viciante quanto no PC.

Para quem não acompanhou o burburinho do PC, AETHUS é a estreia solo de Alex Kane, um desenvolvedor que trocou os grandes estúdios AAA (sim, ele passou pela Rockstar North!) para criar algo diferente. E ele conseguiu: o jogo rapidamente se tornou um queridinho no Steam, com mais de 2.000 reviews e a impressionante marca de 94% delas positivas. O grande diferencial? Esqueça a pancadaria e os tiroteios típicos de survival. Aqui, o foco é na exploração pacífica, na construção e, principalmente, em uma história que te puxa para as profundezas com cada nova descoberta. Ah, e o melhor? Nada de IA generativa, acesso antecipado ou microtransações. É o pacote completo e honesto desde o dia um, algo cada vez mais raro no cenário atual.

Em AETHUS, você assume o papel de Maeve, uma engenheira cansada das megacorporações que esfolam planetas inteiros. Com sua fiel drone-IA e algumas ferramentas básicas, ela decide começar do zero em sua própria mina, bem longe da influência de tudo e de todos. Mas, claro, as coisas nunca são tão simples. Quanto mais fundo ela escava, mais segredos de uma expedição científica que deu terrivelmente errado vêm à tona, e pistas de algo que a ARC — a tal megacorp — preferiria que ficasse enterrado. É a curiosidade, a narrativa e a promessa de desvendar mistérios que realmente te impulsionam, não a próxima arma ou upgrade.

O gameplay se resume em descer nas cavernas, minerar recursos com seu laser, furadeira ou explosivos, e subir para expandir sua base. Cada pedaço de minério e gema pode virar um novo módulo, seja uma estação de refino ou uma fazenda hidropônica, e quase tudo serve de decoração. O ciclo é viciante: cada melhoria no seu traje e na drone permite que você vá um pouco mais fundo, e cada mergulho nas profundezas revela mais um pedaço do mistério, te dando um novo motivo para continuar. E para quem curte personalizar a jogatina, os modificadores permitem transformar AETHUS de um game relaxante de exploração em um desafio hardcore de sobrevivência, a qualquer momento.

Agora, a cereja do bolo para os jogadores de console: a Making Port, especialista em ports de Unreal Engine, está com a missão de fazer AETHUS se sentir como um jogo nativo de gamepad. Isso significa que a mineração, construção e navegação pelos menus serão tão intuitivas quanto no mouse e teclado, mesmo com a quantidade de opções que o jogo oferece. Além disso, as versões de console prometem melhorias visuais e retoques artísticos em algumas partes do game. E para os futuros donos de Nintendo Switch 2, uma surpresa interessante: haverá suporte para controles de mouse via Joy-Con 2, o que pode ser um belo atrativo para quem quer a precisão do PC na palma da mão. É um esforço notável para garantir que a transição para os consoles seja suave e satisfatória, trazendo uma experiência polida para um público que clama por jogos com profundidade e originalidade. Resta aguardar por mais detalhes e pela data exata de lançamento, mas a promessa é boa.

Ver um game indie solo-dev com tanta qualidade e princípios chegar aos consoles é sempre uma ótima notícia. A promessa de uma experiência focada na história, sem as ‘muletas’ do mercado, já garante nossa atenção. Só nos resta torcer para que o port da Making Port faça jus ao sucesso original do Steam e entregue a mesma imersão e diversão.


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