Kwalee libera diários de desenvolvimento para BPM: Bitcrushed (roguelite rítmico) e Hark the Ghoul (terror vitoriano), ambos chegam em 2026!
O que os diários revelaram:
- BPM: Bitcrushed é a sequência de Bullets Per Minute, prometendo combate mais intenso e liberdade.
- Jogadores de BPM: Bitcrushed poderão importar suas próprias músicas para o game.
- Hark the Ghoul mergulha em uma cidade vitoriana sombria com combate focado em experimentação.
- Uma demo de Hark the Ghoul está disponível no Steam, com save transferível para o jogo completo.
- Ambos os jogos têm lançamento previsto para 2026.
- BPM: Bitcrushed chega ao PC, Switch, PS5 e Xbox Series X|S; Hark the Ghoul será exclusivo de PC.
Preparem os controles (e os fones de ouvido!), porque a Kwalee acaba de puxar o véu de seus próximos lançamentos com dois diários de desenvolvimento que prometem mexer com a cabeça dos jogadores. Estamos falando de BPM: Bitcrushed, uma explosão rítmica com pitadas roguelite, e Hark the Ghoul, um mergulho no terror vitoriano mais bizarro que você pode imaginar.

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Ambos estão agendados para 2026 e, a julgar pelos vídeos, a editora britânica não está para brincadeira. Primeiro, vamos ao ritmo insano de BPM: Bitcrushed. Para quem já se viciou em Bullets Per Minute, o nome Josh Sullivan deve soar familiar.
O criador original está de volta, prometendo uma sequência que não apenas honra o legado do primeiro jogo, mas eleva a barra com lições aprendidas e muita inovação. Esqueça os clichês; Sullivan foca em um combate ainda mais intenso e reativo, dando ao jogador uma liberdade que poucos roguelites de ritmo ousaram explorar.
A visão top-down retorna, mas com um polimento que sugere uma experiência mais fluida e viciante, onde cada batida é uma oportunidade (ou uma sentença). Mas a grande sacada de BPM: Bitcrushed pode estar na possibilidade de importar músicas personalizadas.
Sim, você leu certo! Imagine detonar hordas de inimigos ao som da sua playlist favorita, transformando cada run numa experiência única e absurdamente sua. Essa é uma jogada arriscada e genial que pode dar uma longevidade absurda ao título. Além disso, a promessa de múltiplos personagens jogáveis, cada um com equipamentos e habilidades distintas, adiciona uma camada de rejogabilidade que fará os amantes do gênero babar.

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E o melhor? O jogo não ficará restrito ao PC, chegando também ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, garantindo que ninguém ficará de fora dessa festa rítmica. Saindo do ritmo para o terror gótico, Hark the Ghoul se apresenta como um dungeon crawler em primeira pessoa com uma ambientação que é, no mínimo, perturbadora.
Acordar como um híbrido de humano e inseto numa cidade vitoriana à beira da loucura já é um cartão de visitas para lá de macabro. O novo diário de desenvolvimento nos transporta para esse universo sombrio, onde a experimentação com armamentos e feitiços não é apenas incentivada, mas parece ser a chave para desvendar os segredos e sobreviver aos horrores que espreitam em cada canto.
O que realmente chama a atenção em Hark the Ghoul é a confiança da Kwalee: uma demo jogável já está disponível no Steam, e o melhor, seu progresso pode ser transferido para o jogo completo quando ele for lançado. Essa é uma daquelas decisões que mostram que os desenvolvedores acreditam no que estão fazendo e querem que o jogador sinta a pegada antes de se comprometer.
É uma oportunidade de ouro para testar o sistema de combate, as explorações e a atmosfera densa sem qualquer custo, garantindo que a imersão na insanidade vitoriana seja completa desde o primeiro contato. Por enquanto, a aventura bizarra de Hark the Ghoul ficará restrita aos PCs.
Com esses dois títulos em diferentes estágios de revelação, a Kwalee mostra que está ativa e com um catálogo diversificado para 2026. De roguelites rítmicos que prometem viciar a explorações de masmorras sombrias e perturbadoras, há algo para agradar a diferentes paladares.
O mercado de jogos está cada vez mais competitivo, e apostar em propostas únicas, como a importação de músicas ou a transferência de save da demo, pode ser o diferencial que a editora precisa para se destacar na enxurrada de lançamentos do próximo ano.
É ficar de olho para ver como essas promessas se traduzem em experiência final.
Kwalee está mirando em diferentes nichos com esses dois títulos, e a ideia de importar músicas em BPM: Bitcrushed é um diferencial e tanto. Hark the Ghoul, com sua demo transferível, mostra confiança. Parece que a publisher está apostando em propostas ousadas para 2026.
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