A final da Liga Guaraná, parceria de Guaraná Antarctica e PlayStation, agitou São Paulo com EA SPORTS FC, PS5 Pro de prêmio e presença da FURIA!

O que marcou a final da Liga Guaraná

  • A Liga Guaraná teve sua grande final presencial no Shopping Cidade São Paulo.
  • Guaraná Antarctica e PlayStation se uniram para o campeonato nacional de EA SPORTS FC.
  • Mais de 10 mil jogadores participaram das fases online.
  • Os prêmios incluíam um PlayStation 5 Pro para o campeão e um PS5 para o segundo lugar.
  • O evento contou com ativações e “Meet & Play” com jogadores da FURIA.

Quem disse que futebol virtual não enche estádio (ou, pelo menos, um shopping inteiro)? Neste último sábado, dia 16 de agosto, a capital paulista ferveu com a grande final da Liga Guaraná, um evento que provou que a união de uma bebida clássica e uma gigante dos games pode gerar um burburinho e tanto. Realizado no Shopping Cidade São Paulo, o campeonato nacional, fruto da parceria entre Guaraná Antarctica e PlayStation, colocou os quatro melhores jogadores de EA SPORTS FC frente a frente em uma disputa presencial que deu o que falar. Era a “Sede de Jogar É Coisa Nossa” saindo do slogan e ganhando vida, com uma energia palpável que muitos eventos online não conseguem replicar.

O torneio, que teve suas fases online integradas ao sistema PlayStation Tournaments, atraiu uma multidão virtual antes de chegar à decisão. Foram mais de 10 mil jogadores de todo o Brasil que se arriscaram nos gramados digitais, buscando uma vaga entre os finalistas. Essa adesão massiva mostra não só a força do futebol virtual no país, mas também o apetite da comunidade por competições bem organizadas e com prêmios de peso. É sempre bom ver iniciativas que dão palco e reconhecimento para talentos que vêm das ranqueadas do sofá de casa, culminando em um evento digno de “final de copa”.

E por falar em peso, os prêmios fizeram valer a pena cada minuto de treino e cada gol suado. O grande campeão levou para casa nada menos que um PlayStation 5 Pro, uma máquina que já é sonho de consumo para muita gente. O vice-campeão não ficou pra trás, garantindo um PlayStation 5 padrão, enquanto o terceiro lugar foi contemplado com um controle sem fio DualSense Premium da PlayStation – um mimo que todo jogador de PS5 aprecia. Até o quarto colocado saiu com um headset ou um controle extra, garantindo que ninguém voltasse de mãos vazias. É um incentivo e tanto para a cena competitiva, mostrando que as marcas estão dispostas a investir pesado em quem se destaca.

Mas a final não foi só para os competidores. O público que lotou o Shopping Cidade São Paulo também teve sua dose de diversão. A ativação da Guaraná Antarctica, que ficou aberta até o dia anterior à final, ofereceu estações de PS5 para partidas de EA SPORTS FC, chute a gol digital e, claro, muitos brindes. No dia da decisão, a experiência se intensificou: teve “Meet & Play” com jogadores da renomada FURIA, onde os fãs puderam testar suas habilidades contra os profissionais e levar prêmios exclusivos. Essas interações são cruciais para aproximar a comunidade e transformar um campeonato em uma verdadeira festa.

A entrada do Guaraná Antarctica nesse universo competitivo, de mãos dadas com a PlayStation, é um movimento estratégico que reflete a importância crescente dos games no cenário cultural brasileiro. Não é mais apenas sobre vender produtos, mas sobre criar experiências e se conectar com o público onde ele está. A Liga Guaraná cumpriu esse papel com maestria, entregando um evento de alta qualidade, com prêmios relevantes e uma execução que soube mesclar o digital com a empolgação do presencial. É um exemplo de como marcas tradicionais podem se integrar ao universo gamer de forma autêntica e impactante, elevando o nível dos eSports no país e, de quebra, garantindo um bom gole de guaraná para quem estava com sede de vitória.

Essa Liga Guaraná foi um golaço, especialmente pela parceria inesperada entre Guaraná e PlayStation. Eventos presenciais com prêmios de peso, tipo um PS5 Pro, dão um gás absurdo na cena competitiva e mostram que marcas tradicionais estão de olho no gamer brasileiro. Um modelo a ser seguido.

Autor

  • Ksela

    Formado técnico em química e se graduando como engenheiro de materiais, mas profissão dos sonhos era ser herdeiro. Viciado em todos tipos de jogos desde Pac-man a Counter-strike, mas com um amor profundo por Bullet Hell e quebra-cabeças.

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