Neon Giant revela os segredos por trás de Port Desire, a cidade de NO LAW, construída com Unreal Engine 5 para ser contínua e com gameplay dinâmico. Confira!
Os Destaques da Construção de Port Desire
- A cidade de Port Desire em NO LAW é construída com Unreal Engine 5 para máxima imersão.
- O ambiente urbano possui alta densidade visual e não tem telas de carregamento, prometendo fluidez total.
- Tecnologias como Nanite, Lumen e MegaLights entregam detalhes visuais impressionantes e iluminação dinâmica.
- Mais de 3.000 NPCs variados e dinâmicos povoam a cidade, aumentando a sensação de um mundo vivo.
- O gameplay é diretamente afetado pelo ambiente, permitindo que jogadores usem a luz e a destruição a seu favor.
- O estúdio Neon Giant focou em “densidade acima de escala” para criar um cenário rico e interativo.
Sabe aquela sensação de imersão quebrada pelas telas de carregamento que pipocam a cada nova área? Parece que a Neon Giant, o estúdio por trás do promissor NO LAW, está decidida a enterrar de vez esse fantasma. Durante a concorrida Unreal Fest 2026, a equipe da KRAFTON abriu o capô de Port Desire, a cidade que será o palco principal do game, revelando como a Unreal Engine 5 está sendo usada para criar um ambiente urbano cibernético de tirar o fôlego — e, o melhor de tudo, sem interrupções visíveis. A promessa é de um mundo denso, reativo e que responde às ações do jogador de formas nunca antes vistas.
Tor Frick, o diretor criativo da Neon Giant, explicou que a equipe, um grupo de cerca de 20 desenvolvedores veteranos, focou na “densidade acima de escala” para dar vida a Port Desire. Isso significa que, em vez de um mundo vastíssimo e vazio, teremos um ambiente mais contido, mas repleto de detalhes e vida. E como eles conseguiram essa proeza? Usando o Nanite, uma das ferramentas mais badaladas da Unreal Engine 5, que permite uma densidade visual extrema sem comprometer o desempenho. Adeus pop-ins e texturas de baixa resolução: aqui, cada canto parece ter sido feito à mão, com uma riqueza de detalhes que muitos jogos ainda buscam alcançar.
Mas não é só de gráficos que vive um bom mundo aberto. A iluminação e o clima dinâmicos também são cruciais para a imersão, e NO LAW parece ter acertado em cheio com a combinação de Lumen e MegaLights. Centenas de fontes de luz individuais não estão ali apenas para embelezar o cenário; elas interagem ativamente com a inteligência artificial do jogo e, pasmem, com a jogabilidade. Já imaginou poder disparar contra um poste de luz para mergulhar uma área na escuridão, fazendo com que os inimigos mudem seu comportamento? Essa é uma camada tática que pode realmente mudar a forma como abordamos os confrontos.
E para completar o quadro de uma cidade viva, a Neon Giant recorreu ao Mass Framework e MetaHuman, povoando Port Desire com mais de 3.000 NPCs dinâmicos e incrivelmente variados. Isso significa que a metrópole não será apenas um pano de fundo bonito, mas um organismo pulsante, cheio de personagens que conferem um senso de escala e realismo. Não estamos falando de figurantes genéricos, mas de uma multidão que realmente contribui para a atmosfera de um jogo cyber-noir, elevando a barra para o que esperamos de ambientes urbanos em games.
O que realmente empolga é a integração perfeita entre tecnologia e gameplay. Além de apagar as luzes para alterar o comportamento inimigo, o jogo permite que milhares de partículas ambientais e efeitos de destruição física reajam dinamicamente às ações do jogador, graças ao sistema de partículas Niagara (NDC) e ao motor de simulação física Chaos Physics. Essa reatividade constante do mundo, onde cada tiro e explosão deixa uma marca, promete uma experiência visceral e taticamente rica. Com um arsenal tático que vai da infiltração furtiva ao confronto direto, o ex-soldado Grey Harker terá um campo de batalha incrivelmente versátil para explorar. Se a promessa de Tor Frick de um “mundo sem concessões” se concretizar, NO LAW pode ser um dos grandes nomes do futuro próximo no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
É sempre bom ver estúdios como a Neon Giant empurrando os limites do que a Unreal Engine 5 pode fazer. A promessa de uma cidade sem telas de carregamento e onde o ambiente realmente afeta o gameplay é um baita atrativo. Se conseguirem entregar o que estão prometendo com Port Desire, NO LAW pode ser um dos próximos grandes nomes no gênero de tiro imersivo.
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