O jovem Kane Parsons, conhecido por sua série viral “Backrooms” no YouTube, faz história como o diretor mais jovem da A24.
O Que Você Precisa Saber Sobre Esta Conquista
- Kane Parsons, conhecido como Kane Pixels, se torna o diretor mais jovem da aclamada A24.
- Seu projeto “Backrooms” começou como uma série viral no YouTube, baseada em uma famosa creepypasta.
- A produção cinematográfica de “Backrooms” estreia nos cinemas brasileiros em 28 de maio.
- Grandes nomes como James Wan e Shawn Levy estão envolvidos na produção do filme.
- O projeto demonstra o potencial de criadores digitais e a influência da cultura da internet no cinema.
Quem diria que um dos talentos mais frescos de Hollywood nasceria das profundezas misteriosas do YouTube? Prepare-se para conhecer Kane Parsons, o jovem fenômeno digital por trás de “Backrooms”, que acaba de cravar seu nome na história da A24, aclamado estúdio por filmes como “Hereditário” e “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”.

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Aos 20 anos, Parsons não só transformou uma lenda da internet em um sucesso viral com milhões de visualizações, mas agora também a está levando para as telonas, provando que o talento não tem idade nem fronteiras geográficas. É um daqueles casos que fazem a gente coçar a cabeça e pensar: “como assim, já chegou lá?”.
A saga “Backrooms” é um capítulo fascinante da cultura da internet, um fenômeno que ecoa fortemente entre a comunidade gamer e fãs de narrativas digitais. Para quem não está por dentro, tudo começou lá em 2019, em um canto esquecido do fórum 4chan, com uma imagem enigmática de escritórios vazios e a sugestiva frase: “Se você não tomar cuidado e sair da realidade nas áreas erradas, vai acabar nas Backrooms.” Aquilo ali foi a fagulha.
Rapidamente, essa “creepypasta” — as lendas urbanas da era digital — explodiu, ganhando vida própria em fóruns, discussões e, claro, no YouTube. É nesse cenário que entra Kane Parsons, ou Kane Pixels, como é conhecido por sua legião de seguidores.
Ele não só consumiu a lenda, como a elevou a outro patamar, dando-lhe uma identidade visual e narrativa. Foi em 2021 que Parsons pegou essa ideia abstrata e deu a ela uma forma visual palpável e assustadora. Com apenas 16 anos na época, o garoto britânico começou a desenvolver uma série de curtas animados no seu canal do YouTube, mergulhando de cabeça no universo do Async Research Institute — uma espécie de organização fictícia que se tornou parte canônica da lore de “Backrooms”.

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O primeiro desses curtas, lançado em janeiro de 2022, explodiu, acumulando mais de 75 milhões de visualizações. Hoje, com cerca de 20 vídeos, o canal de Kane Parsons soma mais de 300 milhões de visualizações globais. É um número que faria muito estúdio tradicional tremer na base, e que mostra o poder de alcance de um criador independente.
E o que aconteceu depois? A indústria notou. A A24, com seu faro para talentos e narrativas disruptivas, não perdeu tempo e o contratou para dirigir o longa-metragem, solidificando a jornada de Kane do quarto para as telonas. O resultado dessa jornada digital para as telas grandes é “Backrooms”, que promete manter a visão original do jovem criador, agora com um super time por trás.
O roteiro ficou nas mãos de Will Soodik, conhecido por “Homeland”, e a produção tem nomes de peso como James Wan — o mestre do terror por trás de “Invocação do Mal” e “Jogos Mortais” — e Shawn Levy, que trabalhou em “Deadpool & Wolverine” e “Free Guy”.
O elenco também não fica para trás, reunindo talentos como Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve e Mark Duplass. É um time que mostra o quão sério o projeto está sendo levado e o impacto que uma ideia nascida na internet pode ter, transcendendo as barreiras do que antes era considerado apenas “conteúdo de fã”.
A estreia de “Backrooms” nos cinemas brasileiros está marcada para 28 de maio, com a distribuição pela Imagem Filmes. Mas, mais do que a chegada de um novo filme de terror, o projeto de Kane Parsons é um marco que deve ser observado de perto por todo o público gamer e entusiastas da cultura digital.
Ele exemplifica de forma cabal como a internet se tornou um berço de novas narrativas e talentos, permitindo que vozes jovens e criativas, como a de Kane, alcancem um público global e, eventualmente, conquistem espaços na indústria tradicional. É uma prova viva de que a comunidade online, com suas creepypastas, memes e vídeos virais, é muito mais do que entretenimento passageiro — é um celeiro de futuros diretores, roteiristas e contadores de histórias que estão moldando o panorama cultural de amanhã.
Essa ascensão é um lembrete de que as melhores histórias podem surgir de qualquer lugar, basta ter a criatividade e a plataforma certa.
É a validação de que o conteúdo gerado por fãs e a cultura da internet têm um peso gigante na indústria do entretenimento. Ver um YouTuber de 20 anos, que popularizou uma creepypasta, dirigindo um filme para a A24 é a prova de que o futuro do cinema pode estar no YouTube, no Twitch ou em qualquer lugar onde a criatividade viraliza. É a mostra de que os criadores digitais não são só entretenimento casual, mas talentos a serem lapidados.
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