Um boomer shooter roguelite frenético, com ex-dev de God of War e dublagem de Neekolul, chega ao PC e Xbox em agosto para detonar bilionários.

O que esperar de Gunstoppable:

  • Lançamento em 5 de agosto de 2026 para PC (Steam) e Xbox.
  • Desenvolvido por Salaar Kohari, ex-dev de God of War, liderando a CAGE Studios.
  • Um “boomer shooter” roguelite focado em momentum, com mecânicas de slide, grapple e wall-run.
  • Jogue como um streamer vingador que destrói bilionários e seus exércitos de robôs.
  • Dublagem por Gianni Matragano (ULTRAKILL) e a criadora de conteúdo Neekolul.
  • Sistema de armas com dual-wield, 10 bases, 14 attachments e 24 augments para fusões caóticas.

Preparem os teclados e os controles, porque a pancadaria está prestes a ficar séria e rápida.

“Gunstoppable”, o mais novo “boomer shooter” roguelite que promete acelerar seu pulso, já tem data marcada para invadir PC (via Steam) e os consoles Xbox: 5 de agosto de 2026. E o melhor? Ele vem da mente de Salaar Kohari, um desenvolvedor que já botou a mão na massa em nada menos que “God of War”, e agora lidera a CAGE Studios. Se a gente já estava esperando por algo com mecânicas de movimento afiadas, a assinatura de um veterano desses só aumenta a pilha de hype.

Mas não é só o pedigree de peso que faz “Gunstoppable” saltar aos olhos. A premissa é um prato cheio para quem gosta de um bom caos com propósito: você encarna um assassino treinado, movido a vingança contra bilionários gananciosos, e o melhor de tudo, você vai livestreaming o massacre para o mundo inteiro. Sim, você leu certo. Imagine combinar a fúria de um shooter clássico com a mecânica de pontos de estilo e a audiência ao vivo de uma transmissão gamer. Parece uma mistura bizarra e, honestamente, genial para os tempos atuais, onde a linha entre jogo e entretenimento se dilui cada vez mais.

O jogo é todo sobre manter o ritmo e a velocidade. Esqueça a furtividade; aqui, a ideia é ser uma bala teleguiada de pura destruição. “Gunstoppable” te joga em cenários neon-infundidos, incentivando você a deslizar, se agarrar, correr pelas paredes e até grindar em trilhos para construir um momentum frenético. Quanto mais rápido e estiloso você for, mais letal se tornam suas armas. Essa filosofia de “move faster, hit harder” não é nova, mas poucos a executam com a maestria que se espera de um game focado em pura mobilidade. E pra dar aquele toque especial, parries bem executados e acrobacias estilosas não só te salvam, mas também turbinam seu multiplicador de pontos.

A customização de armas promete ser um show à parte. Imagine ter 10 armas distintas para empunhar em dual-wield, combinadas com 14 attachments e 24 augments. O texto fala em “fusões que quebram o jogo”, transformando escopetas em lança-chamas ou “balas de banana em nukes”. Se a CAGE Studios cumprir a promessa de sinergias malucas, teremos um campo de testes para a criatividade dos jogadores, criando loadouts que farão os bilionários (e seus robôs) tremerem na base. Além disso, a campanha é totalmente dublada, com nomes como Gianni Matragano (a voz de ULTRAKILL) e a influenciadora Neekolul, que traz um toque de ironia ao projeto, dado seu famoso meme “Okay Boomer” em um “boomer shooter”.

Salaar Kohari reforça que sua carreira sempre foi focada em mecânicas de movimento, e “Gunstoppable” é o ápice desse aprendizado, unindo gameplay hiper-rápido com mobilidade precisa e uma narrativa envolvente. Para a comunidade gamer, isso significa que não estamos falando de um jogo genérico, mas de um projeto com uma visão clara e um foco em execução de gameplay. Com suporte a português do Brasil no lançamento e a promessa de uma experiência que valoriza a velocidade e a destruição estilosa, “Gunstoppable” tem tudo para ser a próxima febre dos amantes de roguelites e shooters clássicos. Mal podemos esperar para ver se a promessa de transformar bilionários em sucata robótica será tão satisfatória quanto parece.

Gunstoppable chega com um hype que mistura nostalgia de “boomer shooters” com inovações roguelite e uma temática que é puro meme. A experiência de um ex-dev de God of War em mecânicas de movimento é um ótimo cartão de visitas, e a premissa de livestreaming a vingança contra bilionários é um toque de genialidade. Se a fluidez e a variedade de builds de armas realmente entregarem, temos um potencial hit para quem curte adrenalina e um bom humor ácido.


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