Hopetown, o RPG ambicioso de ex-desenvolvedores de Disco Elysium, libera sua pre-alpha para backers e se posiciona contra a IA generativa.

Principais Destaques da Pre-Alpha de Hopetown

  • Uma pre-alpha jogável será lançada em até 90 dias para backers das categorias ‘Visionary’ e ‘Builder’ do Kickstarter.
  • O game está sendo desenvolvido por membros-chave da equipe por trás do aclamado Disco Elysium.
  • A versão pre-alpha promete mais de 300 mil palavras de diálogo e cerca de 5 horas de gameplay investigativo.
  • Novos tiers de financiamento no Kickstarter, ‘Quicksilver Edition’ e ‘Quicksilver Art Patron’, oferecem acesso antecipado.
  • O estúdio Longdue implementou uma política rigorosa anti-IA generativa na criação de arte, música e roteiro do jogo.
  • A narrativa envolvente de Hopetown coloca o jogador como um jornalista investigando mistérios em uma ilha pós-apocalíptica.

Preparem-se, fãs de narrativas densas e investigações complexas! Hopetown, o aguardado cRPG da Longdue, está prestes a dar o ar da graça em uma versão pre-alpha jogável. E a melhor parte? Ele vem com um selo de qualidade que deve fazer muitos suspirarem de alívio: a equipe por trás inclui nomes de peso que trabalharam no aclamado Disco Elysium, garantindo uma pedigree narrativa de respeito, e uma postura firme contra o uso de IA generativa na criação do jogo.

Para aqueles que já apoiam o projeto nas categorias ‘Visionary’ ou ‘Builder’ do Kickstarter, a boa notícia é que o acesso ao conteúdo pré-lançamento está a caminho. Os backers existentes nessas categorias podem esperar o download antes de 1º de dezembro de 2026, enquanto os novos apoiadores terão a pre-alpha liberada em até 90 dias após o fim da campanha, com previsão para janeiro de 2027. Esta fatia inicial do jogo promete uma experiência robusta, com mais de 300.000 palavras de diálogo, umas sólidas 5 horas de gameplay exploratório, oito locais internos detalhados, uma parte de uma cidade exterior para vasculhar, dois companheiros recrutáveis, 40 NPCs para interagir, 8 minutos de trilha sonora e dez missões secundárias, além do Prólogo e do primeiro capítulo da missão principal. É um banquete para quem curte mergulhar fundo na história!

Se você perdeu o bonde do Kickstarter, calma que ainda dá tempo de entrar na festa do acesso antecipado! A Longdue lançou duas novas categorias limitadas até 1º de novembro: a ‘Quicksilver Edition’ e a ‘Quicksilver Art Patron’. A primeira, limitada a 500 unidades, garante acesso à pre-alpha (com os benefícios do tier ‘Builder’), uma roupa exclusiva no jogo e seu nome em um jornal fictício. Já a ‘Quicksilver Art Patron’, restrita a apenas 15 sortudos, oferece um retrato personalizado desenhado à mão pela equipe de arte, além de todas as outras regalias da Quicksilver Edition. É uma chance de apoiar e ainda colocar a mão na massa bem antes da maioria.

Mas talvez o ponto mais notável – e um diferencial e tanto no cenário atual – seja a política anti-IA generativa da Longdue. Em um movimento ousado e necessário, o estúdio se compromete a não usar inteligência artificial na criação de arte, escrita ou música para Hopetown. Eles vão além, implementando um “Certificado de Criação Humana” (CHC), documentando cada etapa do processo de desenvolvimento para provar que a obra é, de fato, fruto do trabalho humano. É um aceno claro à comunidade de artistas e desenvolvedores, e uma garantia de autenticidade para os jogadores que valorizam a mão artesanal por trás dos pixels. Mais do que uma promessa, é um convite para que outros estúdios adotem a mesma transparência.

No coração de Hopetown, encontraremos Zola, uma jornalista recém-formada que precisa desvendar os mistérios de Eastern Entre, uma ilha mineradora décadas após “A Fulminação”, um evento coronal que fritou a eletrônica global. Os jogadores poderão escolher entre três classes – Correspondente, Columnista ou Gonzo – cada uma definindo como você investiga e publica suas descobertas, impactando diretamente o mundo e seus relacionamentos. Com uma premissa tão intrigante e a promessa de uma narrativa profunda, feita por quem entende do assunto, Hopetown se posiciona como um título que merece toda a nossa atenção. Mal podemos esperar para ver como essas escolhas e reportagens moldarão o destino de Eastern Entre e seus habitantes.

Hopetown não é só mais um RPG. A promessa de uma narrativa robusta, vindo de uma equipe com DNA de Disco Elysium, já eleva as expectativas. Mas a postura pioneira contra a IA generativa é um baita ponto a favor, mostrando um compromisso com a arte e os desenvolvedores que merece aplausos. É um projeto para ficar de olho, especialmente para quem valoriza histórias de peso e uma produção artesanal.


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