Em DYSTOPICON, um game de simulação distópico, seu trabalho é assistir TV para sobreviver. Prepare-se para escolhas e 14 finais no Steam em 27/07!
O Que Esperar de Dystopicon
- DYSTOPICON é um sim de vida distópico e satírico, onde robôs substituíram o trabalho humano.
- Sua única “função” é assistir TV para ganhar dinheiro e sobreviver no sistema.
- O jogo chega ao Steam em 27 de julho por 7.99 EUR, com desconto de lançamento.
- Decisões importam: escolha ser cidadão modelo ou rebelde, levando a 14 finais diferentes.
- Explore 6 cenários distintos, cada um revelando mais sobre o mundo e introduzindo novas mecânicas.
- Um modo Desafio oferece uma experiência focada em poupar dinheiro para escapar.
Em um futuro não tão distante, onde a automação deixou a maioria da humanidade sem propósito, o que aconteceria se seu trabalho fosse… assistir TV? Parece uma piada, mas essa é a realidade em *DYSTOPICON*, um intrigante simulador de vida distópico e satírico que promete nos fazer refletir – e talvez dar algumas risadas amargas – quando for lançado em 27 de julho no Steam.
Desenvolvido pelo estúdio independente espanhol Palitroque, *DYSTOPICON* joga você na pele de um cidadão de Classe 2. Esqueça a correria diária, o transporte público lotado ou os chefes insuportáveis. Sua nova casa é um presente do governo e sua única “obrigação” é se sentar em frente à tela. Sim, você recebe um salário por maratonar programas de TV, e com esse dinheiro, precisa comprar os serviços essenciais para sobreviver e, quem sabe, se entreter um pouco nesse mundo retrofuturista onde os robôs dominaram o mercado de trabalho. A premissa é um soco no estômago, mas também um convite a questionar: até que ponto a inatividade se torna a norma?
O jogo não é apenas sobre apertar o botão de ligar a TV. *DYSTOPICON* é, antes de tudo, um game de gerenciamento de tempo onde cada decisão conta. Você pode escolher ser o cidadão exemplar, que segue as regras e abraça a nova ordem, ou começar a questionar o sistema e trilhar um caminho rebelde. O mais interessante é que suas ações têm peso, e a curiosidade pode custar caro. Essa ramificação narrativa leva a nada menos que 14 finais possíveis, cada um revelando uma faceta diferente desse universo opressor e, ao mesmo tempo, bizarramente familiar. Você pode se tornar um burocrata do estado, planejar um ataque terrorista, tentar “hackear” o sistema ou até mesmo, quem sabe, ganhar na loteria e dar uma guinada inesperada na vida.
Além do modo história principal, que se desenrola em seis cenários distintos (incluindo um secreto!), *DYSTOPICON* também oferece um “Modo Desafio”. Nele, o objetivo é ainda mais direto: acumular dinheiro suficiente para escapar daquele cubículo. Sem notícias diárias para te distrair, sem as tentações do entretenimento vazio; é só você, sua estratégia e a busca pela liberdade. O jogo será lançado por 7.99 EUR, com um desconto de 15% nas primeiras duas semanas, o que é um incentivo e tanto para quem busca uma experiência diferente.
A história por trás de *DYSTOPICON* é tão interessante quanto o jogo em si. O diretor e desenvolvedor principal, Juan Felipe Molina, começou o protótipo em 2018, inspirando-se em clássicos da ficção distópica como Philip K. Dick e na ideia de pagar por serviços básicos, além de observar a forma como a TV e as redes sociais nos mantêm presos às telas. A ideia de ser pago para isso foi o estopim criativo. Molina deixou seu emprego em novembro de 2025 para se dedicar integralmente ao projeto, que ganhou vida com a colaboração da artista 3D Xenia Almela e do artista 2D Mario Alba. Um lembrete de que, mesmo em um mundo de robôs e conformidade, a paixão humana ainda move montanhas – ou, no caso, desenvolve jogos impactantes.
Um jogo que te paga para ver TV? A premissa de DYSTOPICON é no mínimo curiosa e, sejamos sinceros, um espelho irônico do nosso tempo. Parece ser uma crítica afiada à sociedade atual, embrulhada em um sim de vida com escolhas impactantes. Vale a pena ficar de olho para ver se a execução entrega a mesma inteligência que a ideia promete.
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