Em Dystopicon, lançado hoje no Steam, seu “emprego” é assistir TV para sobreviver. Escolha ser leal ou rebelde e encare as consequências!

O Que Você Precisa Saber sobre Dystopicon:

  • Lançamento no Steam: Disponível a partir de hoje, 27 de julho de 2026, com 15% de desconto nas primeiras duas semanas.
  • Premissa Inovadora: Seu único trabalho é assistir televisão para ganhar dinheiro e comprar serviços essenciais.
  • Dilemas Morais: Decida entre ser um cidadão leal ao sistema ou um agente da rebelião, com escolhas que definem seu destino.
  • Múltiplos Caminhos: Explore 6 cenários distintos e descubra 14 finais possíveis, cada um com suas próprias consequências.
  • Sátira Social: Uma crítica bem-humorada e inquietante sobre consumo de mídia, automação e controle governamental.

Já imaginou um mundo onde a sua ocupação principal, seu “emprego”, é simplesmente assistir televisão? Parece uma piada de mau gosto, né? Pois bem, Dystopicon, o mais novo time-management life-sim da Palitroque, chega hoje ao Steam para nos fazer questionar exatamente isso. Em um futuro não tão distante – e assustadoramente familiar – os robôs tomaram conta dos postos de trabalho, e o governo “benevolente” encontrou uma solução para os humanos: pague suas contas sendo um bom telespectador. E aí que a coisa fica boa (ou terrível, dependendo do seu ponto de vista).

Neste simulador de vida distópico, você assume o papel de um Cidadão Classe-2 que acaba de receber uma “gentileza” do sistema: um novo lar e, claro, um trabalho bem simples. Sua missão diária é se dedicar à telinha para garantir o salário mínimo. Com esse dinheiro suado (ou “espreguiçado”), você precisará comprar serviços essenciais para sobreviver e, quem sabe, se entreter. Parece fácil, certo? Mas não se engane. Cada minuto na frente da TV e cada moeda gasta são decisões críticas em um jogo onde a gestão de tempo e recursos é tudo.

A grande sacada de Dystopicon não está só na premissa inusitada, mas nas suas escolhas. Você vai se submeter e ser um cidadão exemplar, consumindo o que o governo quer que você consuma? Ou vai arriscar tudo e se juntar à rebelião, buscando descobrir o que realmente se esconde por trás das quatro paredes do seu apartamento e da tela da TV? O jogo promete nada menos que 14 finais possíveis, cada um moldado pelas suas ações. As consequências são reais, e ir de burocrata do estado a envolvido em um ataque terrorista é apenas uma das muitas viradas que sua “carreira” pode ter.

O game se desdobra em seis cenários diferentes, que vão desde a sua humilde moradia de Cidadão Classe-2 até a possibilidade de se tornar um Cidadão do Partido ou, pior, parar em um campo de reeducação. Cada novo cenário não só revela mais sobre esse mundo opressor, mas também introduz novas mecânicas e situações que forçam o jogador a repensar sua estratégia. É uma progressão que testa sua adaptabilidade e, acima de tudo, sua curiosidade. E, como o próprio jogo avisa, a curiosidade tem seu preço. Além do modo história, o Challenge Mode te convida a apenas tentar economizar o suficiente para fugir, sem distrações — só você contra o sistema.

Por trás dessa sátira afiada está o desenvolvedor independente Juan Felipe Molina, da Palitroque, que começou o projeto de forma modesta em 2018. A inspiração veio de clássicos da ficção distópica, como as obras de Philip K. Dick, especialmente a ideia de pagar por dispositivos em Ubik, misturada com a observação da nossa própria dependência de telas e mídias sociais. É quase um “e se” que a pandemia, com o isolamento e o suporte governamental, tornou ainda mais palpável. A evolução do protótipo, que já contava com 12 mil downloads, ganhou vida com a adição de talentos como Xenia Almela na arte 3D e Mario Alba nos quadrinhos, dando a Dystopicon a identidade visual única que o diferencia.

Para quem busca uma experiência que vai além do convencional e gosta de games que fazem pensar (e rir um pouco do absurdo da situação), Dystopicon parece ser um prato cheio. Lançado hoje com um desconto de 15% nas primeiras duas semanas, é a oportunidade perfeita para mergulhar nessa distopia e decidir o seu próprio destino. Afinal, ver TV pode até ser seu trabalho, mas a escolha de como você vai jogar com isso é totalmente sua.

A premissa de Dystopicon é daquelas que te pega de surpresa: um mundo onde robôs tomam os empregos e a gente ganha a vida vendo TV? É um espelho um tanto distorcido, mas bem familiar, do nosso próprio vício em telas e da dependência de ‘auxílios’. Parece ser uma experiência bem pensada para quem curte uma boa história com escolhas impactantes e uma pitada de crítica social. O desconto de lançamento é um bom incentivo para mergulhar nessa distopia.

Autor

  • Gamer desde a época do SNES, das locadoras de cartuchos, das catiras e rolos em busca de um novo Game desconhecido. Jogar diariamente é o que me mantem são nesse mundo louco (ou talvez seja o inverso).

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