Cozinhe para sobreviver! Don’t Let It Starve, o roguelite de terror que funde gerenciamento Tetris-style com culinária sinistra, já está no Steam.
O Banquete de Horrores no Steam
- Don’t Let It Starve já está disponível no Steam com um desconto de lançamento de 15%.
- O jogo combina elementos de Tetris com um sistema de inventário inspirado em Resident Evil 4.
- Os jogadores precisam montar bentos para um monstro faminto, usando estratégias e combos de ingredientes.
- Um sistema roguelite garante alta rejogabilidade com novos itens, desafios e modificadores a cada partida.
- O jogo oferece suporte completo para Steam Deck e controles, além de tradução para Português do Brasil.
- A história promete um final verdadeiro após 15-20 horas de jogo, com múltiplas dificuldades.
Preparem os talheres e os nervos, porque o cardápio do Steam acaba de ganhar uma entrada para lá de inusitada: Don’t Let It Starve, um roguelite de terror que promete misturar a organização metódica de um Tetris com a tensão de um sistema de inventário à la Resident Evil 4. E o melhor? Tudo isso enquanto você tenta saciar um chef monstro com bentos macabros. Desenvolvido por Eduardo Scarpato e publicado pela Black Lantern Collective, o título já está sendo servido “quente” e com um desconto de 15% para quem não tem medo de encarar a cozinha do inferno.
A proposta é tão bizarra quanto atraente: esqueça os desafios culinários comuns e prepare-se para uma experiência onde cada peça de comida, seja um naco de carne, um grão ou um vegetal, precisa ser cuidadosamente encaixada em uma caixa de bento. Não é só colocar, é otimizar! Girar, virar e posicionar itens de diferentes formas é crucial para criar combos, garantir bônus por ingredientes complementares e, claro, preencher cada mísero espaço do seu prato para atingir a pontuação máxima. Afinal, a fome do seu captor não é brincadeira.
E se você achou que era só um joguinho de montar bento, pense de novo. Don’t Let It Starve é um roguelite de terror. Isso significa que, a cada rodada, você junta moedas para comprar novos itens que podem manipular a sorte, criar sinergias poderosas e construir multiplicadores. Mas a premissa é clara: se você não conseguir saciar o apetite insaciável do monstro, não serão apenas bentos que estarão no menu. A promessa é uma chave de fuga, mas o caminho até ela será pavimentado com decisões rápidas e muita pressão.
A rejogabilidade parece ser um dos pilares do jogo. O pesadelo não termina com uma única morte – pelo contrário, cada partida desbloqueia novas ferramentas, desafios e modificadores que mudam fundamentalmente a forma como você aborda o game. Imagine-se em um bento que não é quadrado, ou com um tempo limite apertado para cumprir uma quota de pontos altíssima. Com quatro modos de dificuldade que se sobrepõem, o jogo incentiva os jogadores a se adaptarem e dominarem cada ferramenta à sua disposição para desvendar o verdadeiro final, que pode levar até 20 horas para ser alcançado.
Para quem curte a versatilidade, é bom saber que Don’t Let It Starve chega com suporte completo para Steam Deck e controles, além de estar traduzido para diversas línguas, incluindo o bom e velho Português do Brasil. O jogo se posiciona como uma aposta de baixo custo para uma experiência que promete ser surprisingly profunda e viciante, misturando gêneros de uma forma que poucos se atrevem a tentar. Será que essa mistura bizarra vai fisgar sua atenção ou te deixar com um nó no estômago?
Don’t Let It Starve é um prato cheio para quem busca algo realmente diferente no universo indie. A fusão de mecânicas de Tetris, gerenciamento de inventário à la RE4 e o elemento roguelite de terror pode ser a receita para um título surpreendentemente viciante e com alta rejogabilidade. Não é todo dia que vemos um jogo de cozinha tão… sinistro.
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