O co-criador de Sable retorna com In the Drift, um platformer narrativo espacial sobre consertar a internet e fazer amigos. Prepare-se para uma aventura única!
O que esperar de In the Drift
- Novo game de Daniel Fineberg, co-criador do aclamado Sable.
- Um “narrative platformer” com ambientação espacial e visual sonhador.
- Você é Luna, uma engenheira consertando a internet em um cinturão de asteroides.
- Explore paisagens solitárias, interaja com a tripulação e encontre um companheiro felino.
- Laryssa Okada (Manifold Garden, Dorfromantik) assina a trilha sonora.
- Será lançado para PC via Steam e terá cerca de 5 horas de gameplay.
Lembra daquele visual estonteante e da vibe relaxante de Sable? Pois é, o co-criador, Daniel Fineberg, está de volta com um projeto que promete mais uma dose de charme indie e reflexão. Esqueça as areias de Midden, porque agora a jornada é sideral. Revelado no Wholesome Games Showcase, In the Drift nos convida a uma aventura espacial com uma premissa… digamos, muito atual: consertar a internet. Sim, você leu certo. Se a ideia de “consertar a internet no espaço” soa inusitada, é porque ela é mesmo.
In the Drift se apresenta como um platformer narrativo sonhador, onde a missão da jovem engenheira Luna é restaurar as conexões digitais em um cinturão de asteroides chamado The Belt. A galáxia está “à deriva”, e cabe a ela dirigir por rochas espaciais, arrumar antenas enferrujadas e infraestruturas em ruínas para manter a comunicação viva. É uma metáfora e tanto para os tempos de hoje, não acha? Manter a conectividade em um mundo que parece estar se desfazendo lentamente, um desafio técnico que ecoa a necessidade humana de proximidade.
Além da premissa intrigante, o jogo promete misturar exploração com elementos leves de puzzle-platforming. A ideia é que, após cada “expedição” para resolver os problemas de Wi-Fi galáctico, Luna retorne à sua nave para interagir com a tripulação. E o melhor? Você terá um “primeiro imediato felino”, o que já garante pontos extras de fofura e carisma logo de cara. A narrativa é descrita como “sincera” e focada em encontrar conexão humana em um universo que se desintegra – um contraste poético com a tarefa tecnológica principal.
A experiência visual e sonora também é um ponto a ser observado. Fineberg tem um histórico de jogos com estilo artístico distinto, e as imagens de In the Drift já sugerem um charme particular, com paisagens “estranhas e solitárias” para contemplar enquanto você dirige seu caminhão espacial. Para embalar essa jornada, a trilha sonora fica por conta de Laryssa Okada, nome conhecido por trabalhos em títulos como Manifold Garden e Dorfromantik. Com aproximadamente 5 horas de gameplay, In the Drift parece apostar numa experiência mais compacta e focada, ideal para quem busca uma narrativa envolvente sem comprometer centenas de horas.
Disponível para PC via Steam, o título chega com a chancela de um criador que já mostrou sua capacidade de entregar experiências marcantes e esteticamente diferenciadas. A Phantom Friends está apoiando o projeto, que nasce de um time de amigos e colaboradores. A expectativa, claro, é que In the Drift consiga replicar o sucesso de crítica de Sable, oferecendo uma nova perspectiva sobre exploração, solidão e, ironicamente, a importância da conexão – tanto digital quanto humana. Um jogo para ficar de olho se você curte narrativas bem construídas e visuais que fogem do óbvio, entregando uma dose de “cozy game” com uma mensagem profunda.
A volta do co-criador de Sable é sempre uma boa notícia. In the Drift parece ser mais uma jornada introspectiva e visualmente cativante, com a cereja do bolo de um gato espacial. Se a narrativa for tão bem tecida quanto a de Sable, temos um indie promissor nas mãos.
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