O novo game de Jonathan Blow, Order of the Sinking Star, chega em 8 de outubro com um elenco de vozes “all-star”. Prepare-se para quebra-cabeças épicos!
O que esperar de Order of the Sinking Star:
- Jonathan Blow, criador de Braid e The Witness, comanda o desenvolvimento.
- Game de aventura e quebra-cabeça com mais de mil desafios feitos à mão.
- Elenco de vozes de peso, incluindo Emily e Liam O’Brien, Darin De Paul e Anjali Bhimani.
- Explore quatro mundos distintos que se interligam com mecânicas em evolução.
- Lançamento simultâneo em 8 de outubro para PC, Steam Deck, Nintendo Switch 2 e PlayStation 5.
Prepare-se para mais uma dose de genialidade no universo dos quebra-cabeças, porque Jonathan Blow está de volta! O visionário por trás de clássicos como Braid e The Witness está prestes a lançar Order of the Sinking Star, e se o histórico dele serve de indicação, podemos esperar algo realmente… cerebral. Mas, como se a assinatura de Blow não fosse suficiente para aguçar a curiosidade de qualquer fã do gênero, o jogo chega com um bônus de peso: um elenco de vozes de respeito, recheado de nomes conhecidos do mundo gamer e da dublagem. Dá pra sentir o cheiro de qualidade no ar, ou será a exaustão de tentar resolver mil quebra-cabeças?
A Arc Games e Thekla, Inc. acabam de confirmar que Order of the Sinking Star contará com talentos como Emily O’Brien (de Death Stranding e Starfield) no papel da Rainha, e Liam O’Brien (conhecido por Critical Role e The Legend of Vox Machina) como o Guerreiro. A lista não para por aí, incluindo Darin De Paul (Overwatch, Marvel’s Spider-Man) como o Mago, Anjali Bhimani (Overwatch, Ms. Marvel) como a Barda, e Erica Luttrell (Apex Legends, Steven Universe) na pele da Marinheira. Até Matthew Waterson (X-Men ’97, Hades II) e uma participação especial do próprio Jonathan Blow estão na mix. Convenhamos, não é todo dia que vemos um jogo de puzzle com um elenco vocal que faria inveja a muitos RPGs AAA, o que já eleva a expectativa para a narrativa e profundidade dos personagens.
Para quem conhece a trajetória de Jonathan Blow, a expectativa para um novo puzzle game é sempre alta. Seus jogos não são apenas quebra-cabeças; são experiências que desafiam a lógica e a percepção do jogador de maneiras únicas. Order of the Sinking Star promete não ser diferente, com uma “aventura massiva de quebra-cabeça” que apresenta mais de mil desafios feitos à mão. Sim, você leu certo: mais de mil! Isso significa centenas de horas de gameplay, com mecânicas que evoluem constantemente e que, segundo os desenvolvedores, “recompensam a curiosidade e a persistência”. Se The Witness já fez muita gente coçar a cabeça, imagine um jogo com essa escala.
O game nos transporta para um reino de magia curiosa, onde perigosas engenhocas e monstros aguardam. Os jogadores terão a oportunidade de explorar quatro mundos distintos, cada um com suas próprias mecânicas, personagens e histórias. O grande barato é que esses mundos eventualmente colidem, e as mecânicas de puzzle se entrelaçam, criando “novas possibilidades surpreendentes”. Essa abordagem de exploração não linear, onde é possível revisitar mundos e desafios no próprio ritmo, é um ponto que sempre agrada aos amantes de puzzles mais metódicos. A liberdade de escolha do seu caminho, aliada a personagens jogáveis com habilidades complementares, sugere uma experiência rica e cheia de descobertas.
No dia 8 de outubro, os exploradores de plantão poderão mergulhar em Order of the Sinking Star, que será lançado para PC via Steam e Steam Deck, Nintendo Switch 2 e PlayStation 5. A compatibilidade com múltiplas plataformas no lançamento é uma boa notícia, garantindo que mais jogadores possam experimentar essa promissora aventura. Com um diretor de renome e um elenco de vozes estelar, Order of the Sinking Star tem tudo para ser um dos destaques do gênero de quebra-cabeças do ano, oferecendo um mistério profundo e um mundo interconectado para ser desvendado. Resta saber se nossa paciência será tão infinita quanto os quebra-cabeças prometem ser.
Jonathan Blow é sempre um nome que gera buzz. Com The Witness, ele provou que dá para ser complexo e viciante ao mesmo tempo. Agora, a inclusão de um elenco de dubladores tão forte para um puzzle game é, no mínimo, incomum e intrigante, e mostra uma aposta pesada na narrativa e nos personagens. Se a quantidade de puzzles for bem balanceada com a qualidade, temos um forte candidato a um dos melhores quebra-cabeças dos últimos tempos.
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