The Royal Writ, um roguelike deckbuilder medieval com permadeath e humor sombrio, chega em 10 de setembro ao PS5, Xbox Series e Switch, e direto no Game Pass!
O que aguarda os jogadores em The Royal Writ:
- Lançamento em 10 de setembro para PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch.
- Disponível no Xbox Game Pass no dia do lançamento, adicionando valor para assinantes.
- Roguelike deckbuilder medieval com humor sombrio e mecânica de permadeath implacável.
- Comande exércitos de criaturas peculiares em batalhas táticas baseadas em lanes.
- Versão de console chega com todas as atualizações de conteúdo e melhorias já lançadas no PC.
Preparem seus baralhos e corações, porque a realeza está chamando – e não é para um chá da tarde amigável! The Royal Writ, o roguelike deckbuilder que já vinha fazendo um certo barulho no PC, finalmente crava sua data de chegada nos consoles: 10 de setembro. E para quem assina Game Pass, a boa notícia é que o jogo já estreia direto no serviço, garantindo acesso instantâneo a essa mistura de estratégia brutal, humor negro e, claro, a temida permadeath que faz cada jogatina ser única, mas também perigosa. Será que você tem o que é preciso para agradar a realeza sem perder todos os seus súditos?
Para quem ainda não está familiarizado com as esquisitices medievais de The Royal Writ, a premissa é simples e diabólica. Você recruta um exército pitoresco – estamos falando de formigas, morcegos e lagartos, acredite se quiser – e os envia para a batalha em até três lanes. O objetivo? Reduzir a vida do inimigo a zero. Mas não se engane com a fofura dos bichinhos: a estratégia exige equilibrar poder base com multiplicadores, e cada passo em direção à base inimiga ou a um perigo ambiental significa que aquele seu guerreiro querido será permanentemente removido do seu deck. Sim, para sempre. Prepare-se para se apegar e desapegar rapidamente de seus leais (e descartáveis) companheiros.
Apesar da punição ser severa, o jogo se destaca por um estilo visual de livro de contos e um humor deliciosamente sombrio que torna cada derrota um pouco menos dolorosa – ou talvez mais irônica. Essa combinação entre a arte charmosa e a implacável mecânica de roguelike cria uma experiência viciante. O ciclo de “só mais uma rodada” se instala rapidamente, já que cada run é uma oportunidade de experimentar novas sinergias, descobrir equipamentos e cartas, e quem sabe, finalmente, sair vitorioso daquela batalha insana que te custou tantos aliados. E o melhor? As risadas amargas das suas falhas são garantidas.
E para os jogadores de console, a espera valeu a pena. The Royal Writ chega com a pompa de um lançamento ‘fit for royalty’, ou seja, totalmente atualizado. Isso significa que todas as melhorias e conteúdos que o pessoal do PC já desfrutou estarão lá desde o primeiro dia. Estamos falando de mudanças no balanço do Ato II e do chefe final, novos equipamentos como a Postbag e a Fishing Rod, quatro cartas inéditas (Excision, Last Resort, Excavation Permit e Mushroom Break) e, claro, otimizações e correções de bugs pensadas para garantir uma experiência fluida no PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. É o tipo de cuidado que os jogadores esperam e merecem.
Lançado pela Yogscast Games em parceria com a Save Sloth Studios, The Royal Writ é mais um exemplo de como o formato deckbuilder roguelike continua a cativar com suas propostas únicas. A chegada em múltiplas plataformas e, principalmente, no Xbox Game Pass, é um movimento inteligente que certamente dará ao jogo a visibilidade que ele merece para expandir sua comunidade. Se você curte um desafio tático, não tem medo de perder tudo e aprecia um bom humor medieval (e um tanto macabro), marque na agenda: 10 de setembro é a data para embarcar nessa aventura onde a morte dos seus súditos é apenas parte da diversão – ou da estratégia, como diria o decreto real, de forma bem sarcástica, aliás.
The Royal Writ no Game Pass é uma aposta interessante para quem busca um roguelike deckbuilder com uma pitada de humor ácido e permadeath. A chegada já atualizada nos consoles mostra que o desenvolvimento foi cuidadoso. É uma boa adição ao catálogo do serviço e pode surpreender muita gente que curte o gênero.
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