Desvende segredos dos mortos, enfrente uma maldição misteriosa e salve sua própria alma neste enigmático jogo de horror que chega em 2027.

O que esperar de I SHALL NAME THE DEAD:

  • Uma nova aventura narrativa de horror do aclamado Tiago Rech, criador de TELEFORUM.
  • Jogue como Imaculada, uma mulher amaldiçoada que fala com os mortos para restaurar suas identidades perdidas.
  • Explore um cemitério sombrio, investigue histórias e renomeie os esquecidos antes que uma ‘Minhoca’ te consuma.
  • Arte “hand-drawn” de Lirio Ninotchka, prometendo uma experiência visual única.
  • Combina realismo mágico e horror atmosférico, focando na narrativa sem depender de “jump scares”.
  • Lançamento previsto para PC no início de 2027.

Preparem-se, amantes de narrativas densas e atmosferas inquietantes! O cenário indie nacional está prestes a nos presentear com mais uma joia, e dessa vez, quem assume a cadeira de escritor é Tiago Rech, nome já conhecido por quem acompanha o gênero e se encantou com a profundidade de “TELEFORUM” e “I DID NOT BUY THIS TICKET”. O novo projeto, “I SHALL NAME THE DEAD”, promete mergulhar os jogadores em um universo de realismo mágico e horror psicológico, onde os mortos têm muito a dizer – e você tem muito a perder.

A premissa é daquelas que prendem a atenção de cara: encarnamos Imaculada, uma figura enigmática que, por uma twist do destino, ganha a capacidade de conversar com os crânios dos mortos. Mas não é papo de comadre de cemitério; Imaculada carrega a pesada tarefa de “nomear os mortos”, ou seja, desvendar suas identidades perdidas para que finalmente encontrem paz. Contudo, essa habilidade vem com um preço altíssimo: uma entidade misteriosa, a “Minhoca”, está consumindo-a por dentro, literalmente. Com um olho já comprometido, a corrida contra o tempo é real e pessoal, adicionando uma camada extra de urgência a cada conversa e investigação.

O que realmente intriga em “I SHALL NAME THE DEAD” é a forma como a narrativa se constrói sem os batidos “jump scares”. Tiago Rech, com a expertise demonstrada em seus trabalhos anteriores, aposta em uma atmosfera de horror que se infiltra na pele, não em sustos baratos. A arte “hand-drawn” de Lirio Ninotchka (diretor de arte de “I DID NOT BUY THIS TICKET”) complementa essa visão, prometendo um visual tão peculiar quanto a história. Será um mergulho em um cemitério que não é apenas um local de descanso final, mas um personagem em si, repleto de segredos e “moradores” ansiosos para compartilhar seus contos não contados.

Os fãs do trabalho de Rech sabem que ele não foge de temas complexos e ambientações únicas, muitas vezes inspiradas no folclore e nas histórias brasileiras. “I SHALL NAME THE DEAD” não parece ser diferente. A exploração do cemitério, a interação com seus “cidadãos” e a busca por pistas perdidas enquanto se tenta conter a “Minhoca” interna oferecem uma dinâmica de gameplay que parece ir além do tradicional “point and click”. Cada escolha de diálogo, por exemplo, pode ser purificada queimando fósforos, ou deixar a “Minhoca” se aproximar, sugerindo que até a maneira como nos comunicamos pode ter consequências profundas.

Com lançamento programado para o início de 2027 no PC, ainda temos um tempo para digerir essa proposta. Mas a expectativa já começa a surgir. A DANGEN Entertainment, conhecida por publicar títulos indie de qualidade, está a bordo, o que é um bom sinal da seriedade e do potencial do projeto. Para quem busca uma experiência de horror que desafia a mente e explora os limites da identidade e da morte de uma forma poética e assustadora, “I SHALL NAME THE DEAD” está se desenhando como um título imperdível. Fiquem de olho, pois mais detalhes devem surgir ainda este ano, e com certeza, vamos querer desvendar cada segredo desse cemitério surreal.

Tiago Rech tem um histórico de entregar narrativas que prendem e perturbam, então a expectativa para I SHALL NAME THE DEAD é altíssima. A premissa é absurdamente interessante, e o foco em horror atmosférico sem “jump scares” mostra uma maturidade que agrada quem busca experiências mais profundas. Definitivamente, um jogo para ficar no radar dos fãs de histórias densas e visuais únicos, mesmo que o lançamento esteja um pouco distante.

Autor

  • Gamer desde a época do SNES, das locadoras de cartuchos, das catiras e rolos em busca de um novo Game desconhecido. Jogar diariamente é o que me mantem são nesse mundo louco (ou talvez seja o inverso).

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