Prepare-se para Full Circle, um JRPG indie de um dev solo peruano! Inspirado na era PS1, ele mistura nostalgia com mecânicas modernas para PC e consoles.
Fique por dentro dos detalhes de Full Circle
- JRPG 2.5HD inspirado em clássicos do PlayStation 1 como Lunar e Final Fantasy 🛒.
- Desenvolvido por 2ndPlayerGames, um estúdio solo do Peru.
- Publicado pela Deck13 Spotlight, conhecida por apoiar títulos como Chained Echoes.
- Combate estratégico por turnos com elementos de precisão em tempo real e trocas dinâmicas de personagens.
- Narrativa pós-apocalíptica com cidades flutuantes e segredos na superfície do planeta.
- Primeira demo jogável confirmada para a Gamescom deste ano.
- Será lançado para PC e Consoles, com wishlist já disponível no Steam.
Sempre que um novo JRPG indie pipoca no radar, a comunidade gamer já fica com uma pulga atrás da orelha, especialmente quando a promessa é revisitar a era de ouro do PlayStation 1. E a aposta da vez é “Full Circle”, um título que já está dando o que falar não só pela sua proposta, mas também pela sua origem: ele é fruto do trabalho de um desenvolvedor solo, o 2ndPlayerGames, diretamente do Peru. Um verdadeiro “Magnus Opus” para quem cresceu devorando clássicos, e que agora busca deixar sua própria marca. É o tipo de história que a gente adora ver, né? O potencial de algo feito com paixão e referências certeiras é sempre grande.
A Deck13 Spotlight, editora que já nos trouxe joias como “Chained Echoes” e “CrossCode”, está por trás desse projeto, o que já eleva bastante a expectativa. Afinal, a Deck13 tem um histórico de garimpar e apoiar jogos indie que entregam uma qualidade acima da média, mesmo com equipes pequenas. Saber que o mesmo selo está apostando em “Full Circle” nos dá um bom indicativo de que há algo especial aqui. A revelação oficial aconteceu durante o Indie Quest 2026 Showcase e o trailer, para ser sincero, já mostra que o dev solo tem talento e criatividade de sobra.
“Full Circle” se apresenta como um JRPG 2.5HD, uma estética que tem feito bastante sucesso por conciliar o charme pixel art com profundidade visual moderna. Mas a grande sacada é a inspiração declarada: ele bebe diretamente da fonte de títulos lendários como “Lunar”, “Breath of Fire”, os primeiros “Final Fantasy 🛒” e até “Legend of Dragoon”. Para quem passou horas na frente da TV com um controle de PS1 na mão, essa é uma promessa e tanto. O objetivo é claro: combinar o que havia de melhor e que, talvez, tenha se perdido um pouco no gênero com a fluidez e as possibilidades dos jogos de hoje.
E como essa modernização se traduz na prática? O sistema de combate é um dos destaques. O jogo promete batalhas estratégicas por turnos, mas com uma dose de precisão em tempo real. Isso significa que você precisará ter o timing certo para encadear ataques, descobrir combos e até trocar membros da sua equipe sem perder o ritmo. Além disso, teremos um elenco diverso de personagens, cada um com habilidades únicas que não servem só para a pancadaria, mas também para resolver desafios ambientais. A ideia é manter a essência tática enquanto adiciona uma camada de dinamismo que a era PS1 não conseguia entregar totalmente.
A história de “Full Circle” nos transporta para um mundo pós-apocalíptico onde a humanidade, fugindo de bestas mutantes, encontrou refúgio em cidades flutuantes. No entanto, o tempo de se esconder acabou. Jovens heróis são treinados com um único propósito: desbravar a superfície selvagem e garantir a sobrevivência da última esperança da humanidade. Mas, como sempre acontece em boas narrativas, uma missão além dos muros revela sobreviventes inesperados, cidades rivais e segredos que ninguém estava preparado para encarar, abalando tudo o que eles acreditavam. Essa premissa de “coming of age” em um cenário de esperança e melancolia é um prato cheio para quem gosta de narrativas densas.
Para os curiosos de plantão, já dá para colocar “Full Circle” na sua lista de desejos do Steam, e o melhor é que o jogo terá uma primeira demo jogável disponível na Gamescom ainda este ano. Isso significa que, em alguns meses, poderemos ter uma ideia mais concreta de como o desenvolvedor solo conseguiu harmonizar as saudades do passado com as inovações do presente em PC e Consoles. A aposta é alta, mas a proposta é irresistível para qualquer fã de JRPGs que valoriza uma boa história e um combate desafiador.
Um JRPG com inspiração na era PS1, desenvolvido por um único artista, sempre acende uma chama de esperança. A Deck13 no suporte é um bom sinal, considerando o histórico com Chained Echoes. A promessa de combate fluido e exploração em um mundo pós-apocalíptico tem potencial, mas a entrega do que foi “perdido” no gênero será o grande desafio.
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