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Devs de VALORANT revelam os segredos por trás da cinemática “POR QUE RESISTIMOS”! Descubra a escolha de “Toxic”, a lore Alpha vs Omega e mais!

Mergulhe nos Bastidores de Resistimos!

  • A inusitada escolha do cover de “Toxic” (Britney Spears) por KiNG MALA e Audrey Nuna foi um desafio e um acerto da Riot.
  • Detalhes inéditos sobre a lore de VALORANT, explicando as complexas relações de Viper e Chamber e as dimensões Alfa e Omega.
  • A produção da cinemática “POR QUE RESISTIMOS” levou cerca de 8 meses, com o roteiro passando por cinco versões até a final.
  • A equipe de storyboard conta com talentos da Fortiche, estúdio por trás de Arcane, explicando a semelhança visual que a comunidade notou.
  • O objetivo da Riot era criar um vídeo impactante, um verdadeiro “tapa na cara” visual, focado na vingança e em reações fortes do público.

Preparados para desvendar os mistérios por trás de um dos vídeos mais falados do ano no universo VALORANT? A cinemática “POR QUE RESISTIMOS” não só nos trouxe mais mergulhos na lore do jogo, como também nos pegou de surpresa com um cover explosivo de “Toxic”, o clássico da Britney Spears, na voz potente de KiNG MALA e Audrey Nuna. A Riot Games finalmente abriu o jogo e trouxe os desenvolvedores responsáveis para um painel revelador, entregando detalhes que vão muito além dos tiros e habilidades. Se você achava que sabia tudo sobre o universo de VALORANT, prepare-se para mais essa injeção de adrenalina!

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E por falar em “Toxic”, a escolha da música foi um capítulo à parte nessa saga criativa. Segundo Tim Lembke, Diretor Criativo de VALORANT, a ideia inicial era algo pop, mas a narrativa sombria da cinemática fez a equipe duvidar. Foi então que, em uma reunião, a faísca surgiu: por que não um cover de um hit antigo? “Toxic” logo virou o nome da vez, e apesar das preocupações com o orçamento, a paixão pela ideia venceu. A Riot Games Music entrou em campo, e o resto é história. As artistas KiNG MALA e Audrey Nuna receberam as imagens sem áudio e criaram uma versão exclusiva que deu um tempero único à animação, mostrando que a ousadia musical compensa (e muito!).

Mas não é só de música que vive uma boa cinemática, certo? Joe Killeen, Líder Narrativo de VALORANT, e Tim Lembke mergulharam fundo na lore por trás de “POR QUE RESISTIMOS”. Eles explicaram o perfil do Omega Breach, um agente sempre pronto a empoderar e ajudar, e a complexidade de Viper, que apesar de durona, se importa profundamente com seu mundo e sua equipe. A relação entre Viper e Chamber, que gerou tanto burburinho na comunidade, também foi dissecada: não é só sobre o agente, mas o que ele representa, conectando-os por uma disposição mútua de fazer o que ninguém mais faria. Essa é a profundidade que amamos ver nos nossos personagens favoritos!

E a cereja do bolo? A exploração das dimensões Alfa e Omega. Os devs revelaram que essas versões dos Agentes são, na verdade, eles mesmos, suas “pessoas reais”. Há similaridades, claro, mas as particularidades de cada um os levam a tomar decisões completamente diferentes, construindo um universo rico em possibilidades narrativas. A cinemática, que demorou cerca de 8 meses para ser produzida, começou a ganhar forma em Dezembro/2024, a partir de um briefing com o objetivo claro: ser um “tapa na cara”, algo totalmente oposto à melancólica “POR QUE LUTAMOS”, focando em vingança e imagens impactantes para uma reação clara do público. Queriam mostrar que “VALORANT voltou e está melhor do que nunca!”, como bem ressaltou Tim Lembke.

O processo criativo é um show à parte, e Quentin Baillieux, Co-Diretor do Brunch Studios (parceiro da Riot na animação), detalhou como o roteiro passou por cinco versões, cada uma lapidando a história. Mas, a surpresa real veio com o storyboarding! Aqueles traços familiares, com uma semelhança notável com Arcane, não foram mera coincidência. Dois membros da equipe de storyboard já atuaram com a Fortiche, estúdio parceiro de Arcane, trazendo essa vivência e experiência para VALORANT. Não é à toa que a comunidade sentiu a vibe! Além disso, a produção contou com técnicas clássicas de animação, como o “matte painting” e o “colorboard”, que usa as cores para definir o mood e o sentimento das cenas. Uma imagem do colorboard, inclusive, foi tão icônica que virou capa dentro do jogo! Isso é que é inspiração cruzada.

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No fim das contas, a Riot Games e a Brunch Studios nos deram uma verdadeira aula de como se constrói uma experiência imersiva. Da escolha audaciosa de uma música pop-punk até a complexidade da lore de Agentes em realidades alternativas, cada detalhe de “POR QUE RESISTIMOS” foi meticulosamente pensado para impactar. É a prova de que, quando se tem talento e uma visão clara, até mesmo um cover de Britney Spears pode virar um hino de resistência no campo de batalha de VALORANT. E o melhor? A colaboração entre as equipes é tão intensa que, para eles, é como um “parque de diversões” onde o limite é a imaginação. Ficou claro que essa equipe não resiste a criar algo épico para a gente!


Autor

  • Daniel Rezende

    Nas horas vagas sou metalúrgico do ABC paulista, mas tenho todos os dedos. Jogando desde da época do Telejogo da Philco-Ford. Gosto de todos os estilos de jogos e consigo ser ruim em todos.

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