Prepare-se para encarnar um vilão slasher dos anos 80! Gone Feral, do artista de Fallout, abre playtest na Steam com terror e furtividade.

O que esperar de Gone Feral

  • Encarnar um vilão de filmes de terror dos anos 80, em vez da vítima.
  • Playtest público já disponível na Steam para a experiência single-player.
  • Desenvolvido por Nate Purkeypile, artista veterano de Fallout e Skyrim.
  • Combate criativo com objetos do dia a dia e mecânicas de stealth e disfarces.
  • O jogo completo terá modo cooperativo, além da caçada solo.
  • Trilha sonora Dark Synthwave imersiva para embalar o terror.
  • Playtest se encerra em 31 de outubro.

Cansado de fugir dos monstros? Que tal vestir a máscara e ser o terror em pessoa? Gone Feral, a nova aposta indie de Nate Purkeypile – artista que já colocou as mãos em mundos como Fallout 76, Skyrim e até BloodRayne 2 – acaba de abrir seu playtest público na Steam, convidando os jogadores a abraçar o lado sombrio e se tornar o vilão slasher definitivo dos anos 80. Esqueça os clichês de sobrevivência; aqui, a caçada é sua, e a vingança, um prato que se serve gelado.

Disponível por tempo limitado, este playtest permite que os fãs de horror experimentem o lado single-player do jogo, que promete uma dose cavalar de furtividade e criatividade letal. A premissa é simples: você foi deixado para morrer, a verdade foi enterrada, e agora é a hora de voltar dos mortos para retribuir a gentileza. Prepare-se para espreitar suas vítimas, usar o ambiente a seu favor com disfarces e transformar objetos cotidianos em instrumentos de vingança, tudo isso com um toque analógico que remete aos clássicos do gênero.

E o melhor? Embora o playtest focado na experiência solo já esteja rolando até o dia 31 de outubro, a versão final de Gone Feral promete estender essa matança para o modo cooperativo. Imagine coordenar seus ataques com amigos, criando uma sinfonia de terror em cenários icônicos inspirados em acampamentos de verão e subúrbios esquecidos. A ideia de um roguelike stealth-horror co-op, onde o jogador é o caçador, já pisa em um terreno bem interessante, trazendo uma dinâmica diferente para o gênero.

Com um currículo de respeito, Nate Purkeypile traz para Gone Feral uma bagagem de décadas na indústria, tendo trabalhado em franquias de peso. Essa experiência se traduz em um olhar apurado para a construção de mundos e atmosferas, algo crucial para um jogo que se propõe a emular a essência dos slashers dos anos 80. A direção de arte, combinada com uma trilha sonora Dark Synthwave, promete transportar o jogador diretamente para as fitas VHS mais obscuras da locadora.

Gone Feral não é apenas mais um jogo de terror; é uma inversão de papéis que permite explorar a mentalidade do caçador, não da presa. Se a ideia de planejar execuções criativas, manipular o ambiente e aterrorizar alvos com um estilo inconfundível dos anos 80 soa como música para seus ouvidos – ou melhor, como um grito para seus inimigos –, então o playtest é uma chance de ouro para provar um pouco dessa vingança digital. Prepare-se, porque a escuridão chegou e ela tem um recado para dar.

Ver um game que inverte a lógica do terror, colocando o jogador no papel do vilão slasher dos anos 80, é uma ideia que já nos ganha de cara. A pedigree do desenvolvedor adiciona um peso importante e as mecânicas de stealth e improvisação têm tudo para funcionar. O desafio será manter a repetição interessante no formato roguelike e entregar um co-op que não desvirtue a tensão.


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