Com circuito feminino de CS em instabilidade, LG e WIBR se unem para lançar a WIBRCUP, um campeonato online com R$4.500 em prêmios!

O que esperar da WIBRCUP

  • LG e WIBR se unem para apoiar o cenário feminino de Counter-Strike no Brasil.
  • A WIBRCUP será um campeonato online com oito times, formato open qualifier.
  • Premiação total de R$4.500, distribuída entre os dois primeiros lugares.
  • O evento ocorre entre 1 e 11 de outubro de 2026.
  • Iniciativa preenche uma lacuna após a pausa do circuito feminino da ESL em 2025.
  • A transmissão contará com a caster Tris Mara e talentos da comunidade.

O cenário feminino de Counter-Strike tem enfrentado seus altos e baixos, mas quando o jogo parece apertar, sempre surge quem decide virar o placar. Depois de um 2025 que deixou muitas perguntas no ar com a pausa do circuito feminino da ESL, uma luz se acende no horizonte brasileiro.

É a união de forças entre a WIBR, que já tem um histórico de apoiar a visibilidade feminina nos esports, e a LG, uma gigante que não é de hoje que se mostra ativa no patrocínio do cenário competitivo nacional.

A promessa? A WIBRCUP, um campeonato que chega para mostrar que a comunidade não só resiste, como se fortalece. Essa parceria não é apenas mais um evento no calendário; ela tem um peso bem específico. Desde que a ESL anunciou, lá em outubro do ano passado, que ia dar uma freada no circuito feminino de CS, muita gente se preocupou com o futuro.

É o tipo de notícia que balança qualquer estrutura, deixando atletas e equipes buscando novas oportunidades. A LG, que já patrocina inclusive o time feminino de CS do MIBR, percebeu a lacuna e, em vez de recuar, resolveu dobrar a aposta.

Essa é a hora de agir, de fato, para garantir que o talento e a paixão das jogadoras não se percam em meio à instabilidade. E o que os jogadores e fãs podem esperar? A WIBRCUP será totalmente online, o que já garante mais acessibilidade para as equipes de todo o Brasil.

As datas já estão cravadas no calendário: de 1 a 11 de outubro de 2026. Oito times vão entrar no campo de batalha virtual, seguindo um formato de open qualifier, o que significa que as oportunidades estão abertas para quem mostrar mais garra e habilidade no Counter-Strike para PC.

E para quem pensa que é só pela glória, tem premiação sim, e ela é um incentivo e tanto: R$4.500 no total, com R$2.500 para o campeão e R$2.000 para o vice. Isso não é só dinheiro; é reconhecimento e um suporte tangível para quem vive e respira o CS.

Para fazer a experiência da WIBRCUP ainda mais imersiva, a organização já confirmou um nome de peso para a narração: a Tris Mara, que é uma voz mais do que conhecida e respeitada no cenário inclusivo de CS. Mas a surpresa e o toque especial vêm da decisão da WIBR de não parar por aí.

Para compor a equipe de transmissão, eles vão buscar uma comentarista diretamente do mural de talentos da própria comunidade. Isso, sim, é dar voz e oportunidade de verdade, reforçando o DNA da organização em promover e dar espaço às mulheres nos games, desde as jogadoras até as profissionais por trás das câmeras e microfones.

É fácil ver campeonatos surgindo e sumindo, mas a WIBRCUP, com o apoio da LG, parece ser um movimento diferente. É uma declaração de que a competitividade feminina precisa ser mantida viva, especialmente nos momentos mais desafiadores. As palavras de Roberto Coelho, da SPUN Mídia, e da própria WIBR, que fala em “símbolo de resistência”, ressoam forte.

O MIBR, com sua história de mais de 20 anos e pioneirismo em inclusão desde 2010, incluindo a criação da WIBR, mostra que esse é um esforço contínuo. Não é apenas uma empresa investindo em um evento; é um ecossistema se unindo para construir e consolidar um futuro para as mulheres no Counter-Strike brasileiro.

E isso, para quem acompanha a cena, é um baita respiro.

É bom ver que, mesmo com as idas e vindas dos circuitos internacionais, o cenário feminino de CS no Brasil ganha fôlego. A união de LG e WIBR para a WIBRCUP é mais do que um campeonato; é um sinal claro de que a comunidade e as empresas sérias estão juntas para construir e manter o espaço para essas jogadoras. Um movimento necessário e inspirador.


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