Prepare-se para descer ao porão em Bad House, um adventure de batalha automática que promete perigos constantes e segredos sinistros no PC em 2027!

O que esperar de Bad House:

  • Novo game do criador de Kingsway, Andrew Morrish, chegando ao PC em 2027.
  • Mistura curiosa dos gêneros adventure e batalha automática.
  • Explore um porão proceduralmente gerado, repleto de monstros e recompensas.
  • Combate estratégico focado no posicionamento de habilidades e itens antes da luta.
  • Decida entre arriscar mais fundo por itens raros ou fugir com os espólios conquistados.

Todo mundo já ouviu falar da casa com um segredo, daquele cantinho proibido que implora para ser explorado. Mas e se esse “cantinho” fosse um porão infernal, em constante mutação, e a única regra da sua nova casa fosse: “NÃO VÁ LÁ”? Essa é a premissa intrigante de Bad House, o mais novo projeto do desenvolvedor solo Andrew Morrish, conhecido por seu trabalho em Kingsway, que promete virar sua vida de ponta-cabeça em 2027 no PC.

Publicado pela The Arcade Crew, o game se apresenta como uma mistura curiosa de adventure e batalha automática, um gênero que tem ganhado terreno e fãs por sua pegada mais estratégica e menos dependente de reflexos brutos. Em Bad House, o desafio não é quem clica mais rápido, mas quem planeja melhor. Após assumir a posse de uma nova morada, a tentação de descer ao porão é irresistível, e é aí que a aventura realmente começa. Cada mergulho é uma jornada por andares proceduralmente gerados, repletos de monstruosidades e armadilhas que só têm um objetivo: impedir sua descida.

O grande diferencial do combate reside na sua natureza “hands-off”. Você escolhe seu personagem, atribui habilidades e, antes de cada confronto, posiciona estrategicamente itens como bombas, feitiços, armadilhas e até invocações pela sala. É essa preparação pré-batalha que dita o resultado, transformando o jogo em um quebra-cabeça tático disfarçado de masmorra. O porão de Bad House é um ecossistema vivo, mudando a cada tentativa, garantindo que a rejogabilidade seja um ponto forte e que cada descida seja uma experiência única. E o melhor? A cada andar superado, você tem a chance de evoluir, aprimorando habilidades existentes ou desbloqueando novas, o que adiciona uma camada de profundidade à sua build.

Mas calma, não é só descer e coletar. Bad House também joga com a ganância do jogador. Conforme você avança e encontra recompensas cada vez mais valiosas, o risco de ser obliterado pelo porão aumenta exponencialmente. A grande sacada é que você pode, a qualquer momento, fugir, acumulando seus espólios de forma segura no piso principal da casa. É uma aposta contínua: arriscar tudo por aquele item lendário ou jogar seguro e garantir o que já foi conquistado? A decisão é sua, e o jogo não perdoa itens abandonados no abismo. Essa dinâmica de risco e recompensa é o tempero que pode fazer Bad House se destacar no cenário indie.

Andrew Morrish já provou sua capacidade de criar experiências únicas com Kingsway, um RPG que simulava um sistema operacional antigo, virando a expectativa do jogador de cabeça para baixo. Agora, ele promete mais uma reinvenção de gêneros, focado em alta rejogabilidade e gameplay emergente. A The Arcade Crew, por sua vez, tem um portfólio de respeito, com títulos como Infernax e Blazing Chrome, solidificando sua reputação em apoiar projetos indie de qualidade. A combinação de um desenvolvedor talentoso com uma publisher experiente eleva as expectativas para Bad House. Para quem busca um desafio estratégico com um toque de terror e muita rejogabilidade, essa casa parece ser um convite irresistível para explorar o que não deveria ser explorado. O lançamento está previsto para o ano que vem, e o porão já está esperando por você.

Bad House parece uma aposta interessante no nicho de batalha automática, vindo de um desenvolvedor com bom histórico. A premissa de um porão mutável e a gestão de risco podem prender a atenção, mas a execução do combate ‘hands-off’ é o que vai definir o jogo. Fiquem de olho, especialmente se gostam de um desafio estratégico.


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