Radiotext, o jogo de hacking cyberpunk que revisita uma rede de comunicação dos anos 90, ganha data de lançamento para 30 de setembro no PC.

O que esperar de Radiotext:

  • Explore uma rede de comunicação secreta dos anos 90 com uma pegada cyberpunk.
  • Desvende uma conspiração hacker contra corporações e decida de que lado você está.
  • Apresenta inovações técnicas, como gráficos 3D que rodam como 2D para otimização extrema.
  • Desenvolvimento focado em modding, permitindo aos jogadores criar suas próprias histórias.
  • Experimente uma plataforma social in-game com mensagens de NPCs e outros jogadores, à la Dark Souls.
  • Uma história ramificada com múltiplos finais, prometendo longevidade em uma campanha de 3-4 horas.

Prepare-se para uma viagem nostálgica com um toque de distopia digital! A Alp Arslan acaba de cravar a data de lançamento para Radiotext, um promissor título de hacking com ambientação cyberpunk, que chega ao PC no dia 30 de setembro de 2026. Se você é fã de narrativas investigativas com um tempero retrô e adora mergulhar em mundos digitais cheios de segredos, é bom ficar de olho. E o melhor? Uma demo gratuita já está disponível no Steam para quem não aguenta esperar. É a chance perfeita para sentir a vibe antes do lançamento oficial.

Radiotext te joga diretamente na pele de um novato que, de repente, recebe um pendrive misterioso. Dentro, encontra-se uma rede de comunicação dos anos 90, há muito esquecida, que parece ter vida própria. A premissa é simples, mas intrigante: você precisará conversar com os usuários dessa rede, desvendar seus segredos, entender suas vidas (e não-vidas!) e, no processo, descobrir uma revolta ciberativista silenciosa contra os temidos chefões corporativos. As suas escolhas vão ecoar por esses canais esquecidos, e a pergunta que fica é: você vai se juntar à causa?

O que realmente chama a atenção em Radiotext vai além da trama. O jogo é uma aula de otimização e design inteligente. Embora apresente visuais que remetem ao 3D, a mágica acontece nos bastidores: o game roda inteiramente em 2D. Isso significa um consumo de recursos absurdamente baixo – cerca de 200MB de RAM e VRAM, mesmo em resoluções 4K. Para os PCs mais modestos, isso é uma benção, provando que não é preciso um monstro de máquina para entregar uma experiência imersiva e visualmente interessante. É uma abordagem que mostra respeito pelo hardware do jogador e foca na arte da otimização, algo raro de se ver hoje em dia.

E tem mais! O desenvolvedor, que já brilhou com o RPG de mesa Historica Arcanum: Serenade for the Damned, projetou Radiotext com a comunidade em mente. O game vem com um guia de modding, incentivando os jogadores a criarem suas próprias histórias, NPCs e quebra-cabeças. Essa é uma aposta alta na criatividade da base de fãs e um aceno para a longevidade do título. Além disso, há uma plataforma de mídia social in-game, similar ao X (antigo Twitter), onde mensagens de NPCs se misturam com as de outros jogadores, criando uma camada de interação assíncrona que lembra bastante os icônicos recados de Dark Souls e Death Stranding. É como estar dentro da comunidade do jogo mesmo quando se está sozinho na jornada.

Com uma interface retro, mecânicas de digitação autênticas e efeitos sonoros que transportam diretamente para os anos 90, Radiotext promete uma experiência imersiva e diferenciada. O game oferece escolhas ramificadas, uma UI personalizável e múltiplos finais, garantindo que cada jogatina de 3-4 horas seja única. E mesmo depois que a história principal termina, a rede continua ativa, convidando à exploração e à descoberta de novos segredos. É uma proposta audaciosa que mistura nostalgia, tecnologia e uma narrativa cativante, pronta para nos fazer questionar o que realmente significa ser um hacker em um mundo dominado por corporações. Se você gosta de pensar fora da caixa e interagir com uma história que reage às suas ações, Radiotext pode ser o seu próximo vício cibernético.

Radiotext parece ser aquele tipo de game que faz mais com menos. A aposta na narrativa e na otimização técnica é super bem-vinda, especialmente nesse mar de jogos que exigem um hardware de outro mundo. A ideia do modding e da rede social in-game mostra uma visão inteligente para engajar a comunidade. Fica a expectativa de que o enredo seja tão bom quanto a proposta é inovadora.


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