Cansado do trabalho? Box Knight leva você a um escritório tóxico onde a única saída é a porrada! Um beat ‘em up roguelite com co-op local.
O essencial sobre Box Knight
- Lute contra a cultura tóxica do escritório, que transformou colegas em goblins, em um beat ‘em up de rolagem lateral.
- Mecânicas roguelite garantem que cada “dia de trabalho” seja diferente, com upgrades temporários e permanentes.
- Jogue sozinho ou convide um amigo para o caos corporativo com o modo co-op local de dois jogadores.
- Personalize seu Box Knight com visuais inusitados, de tubarão a banana, e habilidades elementais.
- Desenvolvido pelo estúdio australiano We Made A Thing Studios, chega ao PC em 25 de agosto.
Quem nunca sonhou em mandar o chefe para a estratosfera depois de uma semana exaustiva? Ou, quem sabe, transformar aquele colega chato em um ser inofensivo? Box Knight, o novo título da We Made A Thing Studios, sediada na Austrália, não só te dá essa licença poética como a transforma em um caótico e hilário beat ‘em up roguelite. Prepare-se para extravasar toda a frustração do mundo corporativo a partir de 25 de agosto, exclusivamente no PC, com compatibilidade “jogável” no Steam Deck.
A premissa é um prato cheio para quem já sofreu com a cultura tóxica de um escritório. Imagine que o ambiente de trabalho está tão pesado que transformou seus colegas de trabalho em pequenos goblins fedorentos. Sua missão? Limpar o prédio, andar por andar, usando um arsenal de golpes especiais e execuções no estilo side-scrolling. O jogo promete uma abordagem tática ao combate, com diversas armas e habilidades que se adaptam ao seu estilo, seja você um “brawler” agressivo ou um “operador” ágil e rápido. E o melhor? Você não precisa encarar essa jornada sozinho, pois Box Knight oferece um divertido modo co-op local para dois jogadores.
Mas calma, não é só sair socando tudo que vê pela frente. Como um bom roguelite, cada partida de Box Knight será única. As fases são geradas aleatoriamente, oferecendo upgrades temporários para fortalecer sua rodada atual e permitindo experimentar diferentes “builds”. Morrer faz parte do ciclo, e aqui, a morte não é em vão. Com a ajuda do misterioso “Conselho de Zeladores”, você pode fazer upgrades permanentes em suas estatísticas e atributos, garantindo que seu Box Knight fique cada vez mais poderoso para as próximas tentativas. A ideia de que até na morte você evolui é um toque que mantém o jogador engajado.
Visualmente, o jogo não se leva a sério. Com um estilo de arte “irreverente, sangrento e engraçado”, Box Knight aposta em um design vibrante e cheio de personalidade. Os inimigos, inspirados nos piores tipos de colegas de trabalho, são grotescamente fofos, e as execuções são tão sangrentas quanto cômicas. Essa estética se estende ao design dos chefes, que prometem ser tão exagerados quanto desafiadores. Além disso, a personalização é um ponto-chave: você pode desbloquear e equipar uma série de trajes divertidos, transformando seu Box Knight em um tubarão, um coala ou até mesmo uma banana — porque a sátira corporativa também pede um pouco de absurdo, não é?
Com uma estimativa de mais de 10 horas para completar a história principal, Box Knight promete um alto fator de rejogabilidade, incentivando os jogadores a voltar para novas rodadas e experimentar tudo que o jogo oferece. A We Made A Thing Studios, conhecida por seu trabalho em animação, parece ter canalizado essa experiência para criar um mundo estranho e maravilhoso. O jogo se apresenta como uma opção interessante para quem busca um beat ‘em up com mecânicas roguelite e uma temática que, sem dúvida, vai arrancar algumas risadas e talvez até uma catarse coletiva para quem viveu a rotina de escritório. Agora é só pegar sua espada de papelão e mostrar ao chefe o que você realmente pensa daquela reunião interminável.
A premissa de Box Knight é um prato cheio para quem já sofreu com a cultura de escritório. A junção de beat ‘em up e roguelite pode ser viciante, e o visual parece ter personalidade de sobra para entregar boas horas de diversão. Se a variedade de inimigos e cenários segurar a onda, temos um pequeno tesouro indie nas mãos. A dúvida é se a sátira corporativa se mantém relevante e fresca após muitas horas de jogo.
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