Prepare-se para batalhas de cartas! O deck-builder Portentum ganha um reforço inesperado: Jimothy, o famoso rato-lava criptídeo de Seattle!
O que esperar de Portentum e seu novo criptídeo?
- Portentum é um auto-battler de construção de decks com temática de criptídeos.
- Jimothy, o famoso rato-lava (racoon) de Seattle, foi adicionado como um criptídeo lendário ao elenco.
- O jogo combina arte original de criptídeos com uma estratégia profunda de deck-building.
- Monte decks com 30 criptídeos e cogumelos, ativando habilidades baseadas em rolagens de dados.
- As batalhas são automáticas, focando na estratégia de montagem do seu “warband” de cinco criaturas.
- O meta é dinâmico, pois as warbands vencedoras dos jogadores se tornam desafios para outros.
A gente já viu de tudo no mundo dos games, mas convenhamos: um rato-lava vira um criptídeo lendário em um jogo de cartas? Essa é nova! Portentum, o novo auto-battler de construção de decks da Snowfall Games, está pronto para virar a cabeça da galera ao anunciar uma adição ao seu elenco de criaturas míticas que é, no mínimo, inusitada.
Esqueça por um minuto os clássicos Bigfoot e Mothman, porque o verdadeiro plot twist é a chegada de Jimothy, o famoso rato-lava (racoon) de Seattle que virou um fenômeno na internet, diretamente para o seu baralho. Afinal, quem não quer um bicho desses na sua coleção de cartas?
Não, você não leu errado. A Snowfall Games, que já tem um histórico de inovações com seus mais de 16 títulos no UEFN do Fortnite e milhões de jogadas, está abraçando o bizarro e o inesperado ao incorporar essa criatura da vida real no universo de Portentum.
O jogo, que chega ao Steam ainda este ano, promete mergulhar os jogadores em um universo onde lendas urbanas e mitos de todas as culturas ganham vida em forma de cartas. E com Jimothy na mistura, a linha entre a realidade e o folclore gamer ficou um pouco mais…
divertida. O que mais esses desenvolvedores têm na manga para nos surpreender? Mas vamos além do carismático rato-lava. Portentum não é só um show de bizarrices ou um caça-cliques inteligente. O cerne do jogo reside em uma estratégia de construção de decks bastante robusta.
Cada partida começa com a montagem de um baralho de 30 cartas, combinando criptídeos com cogumelos especiais que amplificam suas habilidades e estatísticas. Cada criptídeo possui uma capacidade única – seja causar dano, curar aliados, invocar mini-criaturas ou manipular dados –, ativadas por eventos específicos.
A sacada é criar sinergias e combos quebrados que farão seus oponentes suarem frio. É aqui que o verdadeiro desafio aparece: encontrar aquelas sequências que transformam uma mão comum em um massacre. Uma vez que seu deck está pronto, a coisa fica séria.
Você monta sua “warband” de cinco criptídeos, gasta moedas e os envia para a batalha. E é aí que a magia do auto-battler acontece: os dados são lançados, as habilidades disparam e os combos se encadeiam sozinhos até que uma das equipes saia vitoriosa.
Entre as batalhas, você tem a chance de ajustar sua estratégia, trocar membros da warband e refinar seu plano de jogo. O objetivo? Vencer dez batalhas para completar a jornada. Mas cuidado: perder cinco significa o fim da sua run.
Isso adiciona uma camada de risco e recompensa que deve manter os jogadores na ponta da cadeira. E se você pensa que a estratégia para por aí, está enganado. A Snowfall Games promete um meta em constante evolução. Cada “warband” que você cria e usa nas suas vitórias entra para um pool global, se tornando um possível desafio para outros jogadores.
Isso significa que a comunidade está o tempo todo alimentando o jogo com novas táticas e combinações, garantindo que Portentum nunca caia na mesmice. A cada pacote de cartas que você desbloqueia, novas possibilidades de deck-building e combos devastadores surgem, criando um ciclo viciante de descoberta e adaptação.
Parece que a Snowfall, depois de tantos “mods” de sucesso no Fortnite, está realmente pronta para criar seu próprio ecossistema gamer, e com Jimothy a bordo, a excentricidade é garantida. É claro que a inclusão de Jimothy, por mais hilária que seja, levanta a questão: é uma jogada de marketing genial ou uma verdadeira homenagem à cultura de criptídeos?
Jaden Holladay, co-fundador da Snowfall Games, explicou que a paixão por criptídeos já existia – afinal, o mod “Hunt Bigfoot” no Fortnite teve milhões de jogadas. A “descoberta” de Jimothy perto de sua casa só selou o destino. Essa espontaneidade, aliada a uma proposta de gameplay que mistura o vício dos auto-battlers com a profundidade dos deck-builders, pode ser a receita para um novo hit indie.
O jogo promete uma experiência única, onde a estratégia é tão importante quanto a capacidade de rir das esquisitices que encontraremos pelo caminho.
Portentum já chama a atenção pela premissa de deck-builder com criptídeos, mas a inclusão do rato-lava Jimothy é a cereja do bolo da excentricidade. A Snowfall tem um histórico interessante com Fortnite, e a ideia de um meta dinâmico com warbands de jogadores pode ser viciante. Vale a pena ficar de olho para ver se a estratégia se sustenta.
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