A ASICS, gigante do esporte, mergulha no esports ao lado do Fluxo W7M. Foco? Performance física e mental dos pro players. Vem aí o gamer-atleta definitivo?
O que muda para os esports com a ASICS?
- A ASICS faz sua estreia oficial no cenário de e-sports, marcando sua primeira parceria no segmento.
- O Fluxo W7M foi a organização brasileira escolhida para esta colaboração inédita.
- A parceria visa promover a alta performance, preparação física e equilíbrio mental dos atletas.
- A ASICS fará seu debut no universo gamer durante a Esports World Cup 2026 (EWC), em Paris.
- A iniciativa reforça a visão de que atletas de e-sports, assim como os tradicionais, precisam de cuidado integral.
- Essa união fortalece a profissionalização e o bem-estar dentro do ecossistema competitivo dos games.
Esqueça por um momento a corrida por pixels e os frames perfeitos. O que realmente faz um pro player atingir o topo? A ASICS, gigante que calça atletas mundo afora, parece ter a resposta e acaba de mergulhar de cabeça no universo dos esports. Em um movimento que surpreende, mas faz total sentido, a marca anunciou sua primeira grande parceria no segmento, unindo forças com ninguém menos que o Fluxo W7M, uma das organizações mais respeitadas e com uma base de fãs fervorosa no Brasil. É o sinal definitivo de que a linha entre o esporte tradicional e os games está cada vez mais tênue, e a performance vai muito além do que vemos na tela.
Não é só um logo novo na camisa. A ASICS não entrou para brincadeira, e a base dessa colaboração é sua conhecida filosofia “Sound Mind, Sound Body” (mente sã e corpo são). Para quem ainda duvidava que o esforço físico e o equilíbrio mental fossem cruciais para um jogador de alto nível, essa parceria é um megafone. O Fluxo W7M, que já vinha investindo no desenvolvimento integral de seus atletas, agora ganha um peso pesado para reforçar essa visão. Em um cenário onde longas horas de treino e a pressão dos campeonatos são a norma, o foco no bem-estar não é um luxo, mas uma necessidade estratégica para se manter no topo.
E a estreia não poderia ser em palco menor: a ASICS fará seu batismo de fogo no universo gamer durante a Esports World Cup 2026 (EWC). Sim, aquela competição que promete abalar as estruturas com US$ 75 milhões em premiações e reúne a nata dos pro players em Paris, entre 6 de julho e 23 de agosto. Ver o time do Fluxo W7M competindo sob a bandeira da ASICS na EWC será um marco, não só para a organização brasileira, mas para toda a indústria de esports, mostrando o alcance global e a seriedade com que marcas de renome agora enxergam o setor.
Essa união vai além do patrocínio financeiro. O discurso de Alexandre Fiorati, CEO da ASICS América Latina, e Felipe Funari, Sócio Fundador do Fluxo W7M, é uníssono: a meta é amplificar o diálogo sobre a performance humana e a profissionalização. Para o jogador comum e para quem sonha em ser pro, a mensagem é clara: o caminho para o sucesso nos esports, assim como nos esportes tradicionais, passa por disciplina, preparo físico e mental, e um olhar atento ao bem-estar. Não basta ter reflexos rápidos; é preciso ter um corpo e uma mente preparados para a maratona competitiva.
O que isso significa para o futuro? A entrada da ASICS não é um evento isolado, mas parte de uma tendência maior onde grandes marcas globais estão finalmente percebendo o potencial e a maturidade dos esports. É um endosso significativo, não apenas em termos de visibilidade, mas também na legitimação da ideia de que atletas de esports são, de fato, atletas. Para o Fluxo W7M, a parceria solidifica sua posição como uma organização de ponta, capaz de atrair investimentos e expertise que podem elevar ainda mais o padrão de desenvolvimento de talentos no Brasil. Preparem-se, gamers: o treino agora pode incluir corrida e alongamento, e não apenas clicks no mouse.
A chegada da ASICS ao esports com o Fluxo W7M é um daqueles momentos que a gente vê e pensa: ‘finalmente!’. É um reconhecimento gigante da profissionalização do cenário e da importância da saúde mental e física dos pro players. Não é só dinheiro; é uma validação da ideia de que ser um atleta de esports exige tanto quanto (ou mais!) do que em esportes tradicionais. Veremos mais suor e menos fast food nos bastidores?
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