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O capítulo final da trilogia de horror psicológico, Locked in My Darkness 2: The Room, já aterroriza no Steam. Desvende traumas familiares!

O que você precisa saber sobre este lançamento:

  • Locked in My Darkness 2: The Room já está disponível no Steam.
  • É o capítulo final da trilogia de horror psicológico iniciada com Locked in My Darkness e Blue Maiden.
  • Acompanhe Yuki Tachibana em uma Nova York onde a realidade se deforma com o passado familiar.
  • Gameplay focado em exploração, atmosfera e narrativa ambiental.
  • Experimente múltiplos finais e descubra segredos com colecionáveis opcionais.
  • Desenvolvido pelo Blusagi Team, um estúdio independente mexicano liderado por Hugo Matos.

Prepare-se para mergulhar de cabeça em um abismo de angústia e mistério! A Blusagi Team acaba de lançar o aguardado Locked in My Darkness 2: The Room, o ponto final de uma trilogia de horror psicológico que promete levar os jogadores ao limite. Disponível a partir de hoje no Steam, este título não é apenas um jogo, é a conclusão arrepiante de uma saga que começou a semear o medo lá atrás com Locked in My Darkness e Blue Maiden. Se você é fã de narrativas densas e sustos que ficam na cabeça, este é o seu próximo destino.

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No centro da trama está Yuki Tachibana, uma estudante japonesa que, ao se mudar com a família para um modesto apartamento em Nova York, esperava um recomeço. Contudo, como todo bom horror psicológico nos ensina, o passado nunca realmente fica para trás. Rapidamente, o que era para ser um novo lar se transforma em um palco para o terror, com a realidade se distorcendo e revelando traumas familiares não resolvidos. A ambientação de um apartamento comum que se torna um labirinto de medos é um prato cheio para quem busca uma imersão profunda e desconfortável.

O que realmente brilha em *Locked in My Darkness 2: The Room* é a sua abordagem focada na narrativa e na atmosfera. Esqueça os tiroteios desenfreados; aqui, a tensão é construída através da exploração meticulosa. Você vai desvendar cômodos interconectados, ler notas espalhadas que pintam um quadro sombrio do que aconteceu, e resolver quebra-cabeças ambientais que fazem você questionar a própria sanidade. A transição entre realidades surreais, onde memórias e perigos se entrelaçam, é a cereja do bolo para manter o jogador constantemente desorientado e à beia da loucura.

E para quem gosta de rejogar e explorar cada canto, o game oferece múltiplos finais. Suas escolhas e as descobertas que você faz ao longo das 2 a 3 horas de jogo podem mudar drasticamente o desfecho da história de Yuki. Além disso, existem colecionáveis opcionais que aprofundam ainda mais a lore dos personagens e do universo, algo que sempre agrada aos jogadores mais dedicados que querem entender cada detalhe da trama. Essa é a forma que o Blusagi Team, liderado pelo desenvolvedor solo Hugo Matos, encontrou para entregar uma experiência densa e impactante, focando na qualidade narrativa em vez de apenas na quantidade de conteúdo.

Ver um estúdio independente como o Blusagi Team, direto de Guadalajara, no México, entregando uma conclusão tão ambiciosa para uma trilogia de horror é animador. Eles provam que, com foco em tensão e imersão, é possível criar experiências que realmente perturbam o jogador, sem precisar de orçamentos gigantescos. Locked in My Darkness 2: The Room é mais do que apenas um jogo de terror; é um convite para confrontar os medos mais profundos, e parece ser uma excelente pedida para quem quer encerrar uma saga com chave de ouro, ou melhor, com um grito de terror. Não perca a chance de conferir este final de saga que já está disponível no Steam e prometendo noites em claro para os mais corajosos.

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O lançamento de Locked in My Darkness 2 no Steam é uma grata surpresa para quem acompanha o horror psicológico indie. Concluir uma trilogia com foco em narrativa e atmosfera, como proposto pelo Blusagi Team, mostra a força que pequenas equipes podem ter. A curta duração é um ponto a se observar, mas a promessa de múltiplos finais e uma história densa pode compensar, entregando uma experiência intensa e sem enrolação.


Autor

  • Daniel Rezende

    Nas horas vagas sou metalúrgico do ABC paulista, mas tenho todos os dedos. Jogando desde da época do Telejogo da Philco-Ford. Gosto de todos os estilos de jogos e consigo ser ruim em todos.

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